quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Papa anula excomunhão de bispo que nega holocausto


O Papa Bento XVI anulou ato de seu antecessor, João Paulo II, que havia excomungado quatro bispos ordenados pelo ultraconservador cardeal Lefebvre. Entre os bispos está o inglês Richard Williamson, que, em entrevista à TV sueca afirma que não acredita na morte de seis milhões de judeus ("talvez duzentos ou trezentos mil")nem que algum tenha sido executado nas câmaras de gás, que para ele nunca existiram.

Assista a trecho da entrevista do bispo à TV sueca, com legendas em espanhol.



Fonte: Blog do Bourdoukan.

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9 comentários:

  1. Paulo Renato Haubert28.1.09

    Essa mentira do holocausto e câmaras de gás não poderá ser mantida eternamente, apesar das leis (em alguns países) tornarem essa crença obrigatória, apesar do controle total e absoluto da imprensa. O que vale mesmo é os registros históricos, que não apontam nada disso. Pelo contrário, apontam a morte de milhões de alemães e seus aliados, depois do fim da guerra, que foram expulsos de suas terras e escravizados pelos vencedores. Seria bom os judeus admitirem logo essa gigantesca mentira do holocausto e câmaras de gás, pois quanto antes o fizerem, menores serão as consequências e o ódio de que serão alvo, por parte dos demais povos.

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  2. O QUE????!!!! O papa suspeito de ter sido simpatizante nazista fez isso?

    Voce so pode estar mentindo! Nao eh verdade! Invencao! Mentira! (Beba Coca Cola!) Tudinho mentira! EH SIM!...

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  3. Flávio28.1.09

    Prezado Mello e leitores,

    Pelo que entendo, se ele disse que morreram entre 200 e 300 mil judeus nos campos de concentração, então ele não negou o holocausto. Pelo contrário. Ele reafirmou!

    A não ser que estes 200 a 300 mil não sejam suficientes para caracterizar um holocausto. É isso???

    Abraços,
    Flávio.

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  4. Haubert,
    os registros históricos apontam para a existência do holocausto.
    Flávio,
    comparativamente, não. É o mesmo que negar, porque de seis milhões de vítimas do holocausto ele acredita na morte de 200 ou 300 mil "apenas" (com muitas aspas, porque 200 ou 300 mil mortos já é um número aterrorizante).
    IAMoraes,
    o Ratzinger foi da juventude hitlerista. Mas ele é da turma do FHC, diz que fumou mas não tragou, entende?

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  5. Anônimo29.1.09

    Nao sou anitsemita, nem acredito em 6.000.000 de judeus mortos na IIGG.

    Literatura e mídia pagas á parte, fazem de tudo prá se tornarem "o povo escolhido" de toda a história humana.

    E sobre os mais de 25.000.000 de russos mortos na mesma IIGG, nada a comentarem?

    Mortos sao mortos, ou será q, a religioa os separa em "mais mortos q outros"?

    Inté,
    Murilo

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  6. Anônimo29.1.09

    A CHANTAGEM DA SHOAH

    O Yad Vashem: A O.M.S.

    A O.M.S. não designa aqui a Organização Mundial da Saúde, mas sim a Organização dos Mágicos das Estatísticas.
    Dando seqüência a uma informação comunicada por um internauta, pude fazer uma pesquisa surpreendente.
    Ao visitar o site do célebre centro da “Shoah” de Jerusalém:

    http://www.yadvashem.org/wps/portal/lY_HON_Welcome

    eu pude verificar o que se segue.

    1 - De início, anunciam-nos que, de um total de “6 milhões” de vítimas (paz às almas das verdadeiras vítimas) do genocídio nazista que não se deve absolutamente questionar, sob pena de pesadíssimas sanções, não se pôde identificar senão 3 milhões. Este último número é, por sinal, surpreendente, pois aonde foram os outros 3 milhões de vítimas? Elas habitavam algum lugar? Tinham amigo(a)s, relações? Mas aqui não terminam as surpresas...
    2 - Uma rápida pesquisa aleatória de algumas dezenas de minutos — a partir de alguns nomes apanhados ao acaso —, dá os resultados surpreendentes abaixo, com nomes constando duas, três e até mesmo quatro vezes:
    – Bakman Nina - 3 vezes
    – Benayoun Anna - 2 vezes
    – Bloch Marcel - 2 vezes
    – Bouaziz Fortuna - 2 vezes
    – Cohn Jeanette - 2 vezes
    – Dreifus Sigmund - 4 vezes
    – Dreyfuss Salomon - 2 vezes
    – Dreyfuss Siegfried (1875) - 3 vezes
    – Dreyfuss Siegfried (1890) - 2 vezes
    – Drukier Abram - 2 vezes
    – Grynszpan Sura (1923) - 4 vezes
    – Grynszpan Sura (1929) - 2 vezes
    – Halimi Jeanne - 3 vezes
    – Halimi Andree - 2 vezes
    – Halimi Simon - 4 vezes
    – Harschel Abraham - 2 vezes
    – Herschel (Herschl) Otto - 2 vezes
    – Picard Roger - 2 vezes
    – Picard Yvonne - 3 vezes
    – Slama Victor - 3 vezes

    Nota Bene: quando há muitos sobrenomes e nomes similares, eu dou, entre parênteses, a data de nascimento.

    Explicações: os sobrenomes que figuram duas, três e até quatro vezes, devem-se aos testemunhos de relações e amigo(a)s, mas também porque figuram nas estatísticas de seus países de origem (exemplo: a lista de Serge Klarsfeld para a França), e aquela dos campos de concentração, em certos casos (exemplo: o campo de Theresienstadt).
    3 - Há, igualmente, sobrenomes de pessoas que sobreviveram, mas que figuram nesse banco de dados. O melhor exemplo é-nos dado pela senhora Jacob Simone, hoje Veil (nome de casada).

    4 - Perguntas:
    4.1 - O que devemos pensar dessas estatísticas que emanam do Centro mais célebre no mundo concernindo ao genocídio nazista?
    4.2 - A falta de rigor evidente entre a confusão, voluntária ou não:
    – das vítimas falecidas e das vítimas sobreviventes [igualmente vítimas dos campos de concentração, não esqueçamos...]
    – das vítimas cujos nomes aparecem duas, três e até mesmo quatro vezes em alguns casos, não corre o risco de ser considerada, por alguns — os negacionistas, em particular —, como a prova de uma falsificação da história?
    4.3 – Já não é hora, para o Centro Yad Vashem, de dizer a verdade ao mundo inteiro?
    – inicialmente, pôr ordem em suas estatísticas, eliminando as repetições manifestas que lhe causam um mal considerável;
    – em seguida, fazer uma clara distinção entre as vítimas falecidas e as vítimas que sobreviveram a esse genocídio inominável?

    5 - Conclusões:
    5.1 - Houve centenas de milhares de vítimas do genocídio nazista — de todas as nacionalidades, confissões ou pertencimento étnico... —, falecidas em condições miseráveis, disso não tenho dúvida, todo mundo concorda com isso.
    5.2 - A história nunca mais deveria repetir-se. Contudo, ainda hoje ocorre, como é o caso na Palestina, provocado por aqueles mesmos que diziam “NUNCA, NUNCA MAIS”.
    5.3 - É desejável, no próprio interesse da verdade histórica, que historiadores judeus, em particular — que seráo os únicos críveis aos olhos do mundo inteiro —, façam um trabalho em profundidade, sério, baseando-se:
    – de um lado, nas estatísticas do Centro Yad Vashem, a partir das nacionalidades dos países de origem;
    – por outro lado, a partir das estatísticas — mais ou menos confiáveis (há aqui ainda muito a dizer; eu terei a oportunidade de retornar a este assunto) — de 1939, unicamente; e possam estabelecer uma aproximação entre:
    – as vítimas falecidas, tomando cuidado, uma vez mais, para fazer uma distinção entre as vítimas falecidas nos campos e aquelas de morte natural, de enfermidades (tifo etc.) ou, ainda, depois da liberação dos campos (houve dezenas de milhares que faleceram nas semanas que se seguiram à liberação dos campos), com uma margem de erro inevitável, levando-se em conta o caos do pós-guerra (não esqueçamos que no século XXI, durante o caso do 11 de setembro de 2001, passamos, malgrado os enormes meios à nossa disposição, de 6.000 a menos de 3.000 vítimas);
    – as vítimas sobreviventes.
    5.4 - Enfim, ouso crer que o Centro Yad Vashem desejará responder às inúmeras perguntas que acabo de fazer-lhe por e-mail no dia de hoje.

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  7. Anônimo31.1.09

    Todo mundo tem medo de falar qualquer coisa contrária ao holocausto, mas ninguem tem medo de falar da inquisição ou contra a igreja católica, voce pode criar um site só falando mal da igreja, da inquisição, da pedofilia dos padres, etc e ninguem vai lá e fecha teu site.

    Eu me pergunto, quem realmente manda no mundo?

    (Não sei quem disse isso mais a frase era mais ou menos assim: Se voce quiser saber quem realmente manda em uma sociedade é so analisar de que voce não pode falar mal)

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  8. Bruno7.2.09

    Eu acho uma tremenda hiprocrisia proibir uma pessoa de expor suas opiniões, se o holocausto é uma verdade tão incontestável, pq essas leis que proibem as pessoas de negá-lo, isso na verdade é uma afronta a liberdade de opinião e pensamento. É impossível que 6 milhões de judeus tenham morrido nesses campos de concentração, e todos sabem que boa parte dos judeus que morreram nesses campos aconteceu quando os territórios dominados pelos alemães estavam sendo invandidos pelos aliados, pesados bombardeios e doenças mataram muitos judeus, não estou aqui pra defender o regime de hitler, mas pelo amor de deus para com isso de querer criar vilões e heróis numa guerra, eu posso afirmar que na segunda guerra mundial não existiam heróis. Pq ninguem fala dos campos de concentração nipo-americanos que existiram nos Eua? Pq o Steven Spielberg não faz um filme cheio de emoção e sentimentalismo sobre as bombas atômicas que foram lançadas covardemente em população civil?, não defendo nenhum lado da guerra, o que é inadmissível é implantar estatísticas mentirosas tento demonizar os alemães e colocar os estadunidenses como heróis, sendo que estes foram tão cruéis quantos os outros.

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  9. Anônimo25.2.09

    está chegando o dia em que toda a dúvida será exclarecida...

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