quinta-feira, 12 de março de 2009

Paixão americana por armas é fogo



Esta semana houve mais um massacre nos EUA. Para mostrar que estava realmente “nervoso” e “disposto”, o “maluco” da vez começou matando a mãe. Talvez porque seu barbecue estivesse muito passado e ele preferisse com mais sangue. Depois, assassinou os avós, uma tia, um tio, a mulher e o filho de um vice-xerife, além de outras três pessoas.

É assim nos EUA, e a gente nem se surpreende mais. Mas, por quê?

Trecho de uma reportagem de Jon Sistiaga, chamada "Papi, cómprame um Kalashnikov", nos ajuda a colocar um pouco de luz sobre o assunto.

Os americanos são tarados por armas. É o que mostra esse trecho do documentário que editei para mostrar a você. Logo nesses menos de cinco minutos fica claro que a paixão dos americanos pelas armas é uma tradição que passa de pai para filho, desde bem cedinho. Assim como a defesa da ditadura é tradição de pai para filho na Folha.

Esse amor pelas armas talvez explique porque uma das mais ricas nações do mundo - e a mais poderosa - tem um índice de 17 mil suicídios/ano e 700 mortos por disparo acidental...

Sem contar os loucos que saem atirando a esmo, os que assassinam presidentes e ídolos, como aconteceu com John Lennon. Sem culpa.

"Este é o lugar, este é o paraíso. Isto é uma terapía. Aqui você não necessita de um psiquiatra te escutando no divã. Aqui nós não temos divã. Temos armas. E automáticas. Isso sim é uma terapia".

Para assistir ao documentário completo, clique aqui.

Para não ser alvo deles, não vá até lá. E torça para que eles não resolvam invadir o Brasil com a 4ª Frota, sob qualquer pretexto.

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5 comentários:

  1. Essa eh a face do evangelico norte americano. Eh isso mesmo. Quem nao conhece se assusta quando chega aqui.

    Toda cidade dos EUA tem monumentos de guerra espalhados pra todo lado. Morei numa cidade chamada Union aonde ha um deles bem de frente aa saida da escola da minha filha. Eh doente: bandeiras pregadas no chao no meio do passeinho da "pracinha", cada bandeira um morto de guerra da cidade; criancas corriam e brincavam no meio delas; algumas vezes se machucavam, alias.

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  2. Dá vontade de chorar! Sem brincadeira ou ironia!

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  3. Anônimo13.3.09

    Mello,
    paixão americana não, paixão estadunidense! Nós aqui amamos a paz e solidariedade.
    Bjs.

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  4. Anônimo13.3.09

    Rapaz, vc precisa entender um pouco mais sobre diferenças culturais... Xingar um País inteiro por conta de uma muito cara liberdade com relação ao uso de armas é uma coisa exagerada... Eles pagam o preço dessa liberdade, como vc bem salientou, e um desses custos é justamente ter que conviver com apóstolos patrióticos do uso INDIVIDUAL de armas, coisa que tb me causa calafrios, mas,é o preço,e é pago, se é que vc me entende...

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  5. E e no bible belt americano, o cinturao da biblia, sao uns malucos e a parte legal e que eles vao acabar se matando, valeu Mello, parabens pela luta

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