domingo, 6 de dezembro de 2009

Otavinho e a casa de madeira. Uma fábula


Otavinho sentia frio em sua casa de madeira. Teve uma ideia.  Faria uma fogueira. Para isso, pegou duas cadeiras entre as várias que tinha na sala, e acendeu o fogo. Elas começaram a arder. Otavinho se aqueceu e gostou.

Quando o fogo começou a baixar, Otavinho voltou a sentir frio. E colocou novas cadeiras na fogueira.

E assim foram-se cadeiras, mesas, móveis, armários. Mal a chama diminuía, ele tratava de se desfazer de mais uma peça de madeira de seu mobiliário.

Até que só lhe restauram as madeiras da casa. Foi uma janela. Depois outra. Porta. Batentes. Outra porta.

Finalmente, Otavinho estava diante da fogueira que já não o aquecia, sem nenhuma madeira mais para alimentá-la, e agora também sem a casa para protegê-lo do frio e dos animais da floresta.

Foi quando Otavinho ouviu uma voz, que dizia:

- Otavinho, que fria, filho.

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11 comentários:

  1. Anônimo7.12.09

    huahuahuahuahuahuauahuauhauhauhuahuhauhuahuhauhauhauauh.... è de ganir de rir, meu amigo! Muito bom.

    FORA PSDBestas DEMentes e PiG's!!!
    QUERO LULA DE NOVo QUERO DILMA 2010 MEU POVO!!!

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  2. Anônimo7.12.09

    Lindo! Sem querer modificar ou tirar a originalidade da sua história, envio algumas sugestões. Vamos lá: Que tal informar que os animais da floresta são os blogueiros, colunistas, articulistas, repórteres, colaboradores, chefes de redação e membros do Conselho Editorial da Folha de São paulo? E para o fim da história,vai esta: "Aí, o coroné Otavim atirou-se na fogueira, levando com ele os animais da floresta que queriam pegá-lo... e morreram todos queimados na fogueira de escatol.

    Eu

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  3. Dá um filme trash, com o Zé do Caixão dizendo "Otavnho, que fria filho"

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  4. Melo,
    Du cacete.
    Tomei a liberdade de ilustrar sua fábula.
    Veja em http://gilsonsampaio.blogspot.com

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  5. Anônimo8.12.09

    Mello: Mais Frias ainda é o "cezinha" com problemas de sexo compatíveis com os do meu finado avô. Ele - meu avô - é que confundia alhos com bugalhos. Achava, por exemplo, que pai não podia trocar fralda de filha. Pois é! Esse louco do César Benjamin. Benja quem mesmo? Cruz Credo! Olha, eu acho que quando ele virou vice da Heloísa Helena, ele já divia estar tan tan. Agora tá explicado.

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  6. Anônimo8.12.09

    Eu gostaria de fazer comentários com meu próprio nome, Joana. Mas não sei como.

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  7. Anônimo8.12.09

    Vc descobriu a forma de como contar histórias na web, é que como se sabe, ainda é um desafio dos escritores usar seus blogs para escrever

    Andre Rezende

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  8. Joana,
    é só escolher a opção Nome / URL e colocar seu nome.

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  9. Gilson,
    ficou muito legal a ilustração.
    Um abraço,
    AM

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