quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Livro do Amaury Ribeiro Jr. não pode perder a oportunidade. Fale agora ou cale-se para sempre


O jornalista que me desculpe o dá ou desce. Mas é que se o livro dele tem revelações bombásticas sobre o tucanato, especialmente o período das privatizações, por que não publicá-lo agora?

Vou argumentar: Imaginemos que o Serra consiga (coisa na qual não acredito) a tal virada e se eleja presidente do Brasil. De que vai adiantar lançar o livro depois das eleições, se o mal já vai estar feito?

Por isso, repito postagem de junho e refaço apelo: Amaury, publique o livro, ou, ao menos, partes dele que mostrem ao Brasil o perigo de uma eleição do Serra, por mais que ela a esta altura nos pareça improvável.


Queremos o livro do Amaury Ribeiro Jr. sobre a privataria tucana. Na íntegra

O tal dossiê que certos setores do PT estariam criando sobre Serra, na verdade é um livro que ainda não foi publicado, com 14 capítulos, intitulado Os Porões da Privataria, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., e começou como uma vacina de Aécio Neves contra o próprio Serra. Ou seja, nasceu em ninho tucano.

Em artigo publicado na Carta Capital (que deve ser lido na íntegra), o jornalista Leandro Fortes explica:

Em uma entrevista que será usada como peça de divulgação do livro e à qual CartaCapital teve acesso, Ribeiro Jr. afirma que a investigação que desaguou no livro começou há dois anos. À época, explica, havia uma movimentação, atribuída ao deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), visceralmente ligado a Serra, para usar arapongas e investigar a vida do governador tucano Aécio Neves, de Minas Gerais. Justamente quando Aécio disputava a indicação como candidato à Presidência pelos tucanos. “O interesse suposto seria o de flagrar o adversário de Serra em situações escabrosas ou escândalos para tirá-lo do páreo”, diz o jornalista. “Entrei em campo, pelo outro lado, para averiguar o lado mais sombrio das privatizações, propinas, lavagem de dinheiro e sumiço de dinheiro público.”

O autor do livro (e não dossiê) é um jornalista com vários Prêmios Esso e Vladimir Herzog, nada a ver com nenhum “aloprado”, muito menos do PT. Pela introdução, que li publicada no ConversaAfiada do PHA, dá pra perceber que não deve sobrar Serra sobre Serra.

Queremos o livro. E uma entrevista com o autor. Por que ninguém entrevista o Amaury?

Vejam a Introdução e digam se tenho ou não razão:


Os porões da privataria

Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.

Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …
Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.
A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.
(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se  der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).

O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York.  É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.
A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.
O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.
O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.
Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br,  em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia  do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.
Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.
Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para  Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.
De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.
Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.


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17 comentários:

  1. Marcos1.9.10

    Parabéns Mello. Fico irritado com a blogosfera dando explicações para o óbvio: Serra tenta aplicar "uma Lunus"
    para cima de Dilma.
    Fico imaginando o desespero do Ali Kamel e a trinca Estadão, Veja e Folha para colar essa história de vazamento. Como Nassif já alertou, está todo mundo de camarote esperando a bala de prata.
    Não é uma tarefa fácil para eles e demonstra como esse pessoal beira o fanatismo.

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  2. Anônimo1.9.10

    Grande Mello:
    Discordo de sua opinião a respeito da publicação do livro do Amaury Ribeiro jr agora.Sera considerado um livro eleitoleiro etc etc,pederá todo o seu conteudo e impacto.
    Após a eleição SIM! O Minsterio Publico,os nossos blogs da net darão força suficiente de levar SERRA,FHC e ci a um processo criminal e dando a Dilma a garantia tranquila ao seu governo e a LEGALIDADE.
    Pedro Luiz Moreira Lima

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  3. Pedro,
    e se o Serra vencer e as informações chegarem depois?
    Acho que o Amaury tem que trazer a público as revelações agora, caso elas incriminem Serra e os tucanos.

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  4. Não basta a publicação do livro, é preciso que seja acionada a Polícia Federal e o Ministério Público, e que este apresente denúncia.
    Caso contrário......

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  5. Sueli-Porto Alegre2.9.10

    Esse Amaury tá com medo do QUÊ ?????

    Se esse livro for lançado no ano que vem, eu nem vou comprar,nem quero saber!
    Se o Serra vencer,esse livro será considerado fraude, e não tem justiça que dê jeito nisso!
    Amaury... se tu não lançar o livro agora, só posso pensar em conivência com o Serra.

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  6. Deve ser publicado agora, parcial ou totalmente.
    Sem medo de parecer oportunista ou eleitoreiro.
    Afinal de contas a verdade não depende de tempo ou oportunidade.

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  7. O PT é o partido mais honesto do Brasil
    Você sabia que o PT é o partido mais honesto do Brasil? Quem acredita nas Miria Leitão, nos Jabor, nas Dora Krmer, no Reinaldo Azevedo/Veja, no Noblat/Globo, Josias/Folha, pensa que não.
    Mas é verdade verdadeira que o PT é o partido mais honesto do Brasil, tá aqui o gráfico



    Quem publicou isso foi o Miguel do Rosário nesta postagem http://oleododiabo.blogspot.com/2010/09/sobre-as-acusacoes-de-serra.html
    que, noutro ótimo post, nos dá conta de que a população está vacinada contra este tipo de golpe, aqui o link
    http://oleododiabo.blogspot.com/2010/09/opiniao-publica-esta-vacinada.html

    A internet quebrou o monopólio da fala, quando houve a eleição Collor x Lula, predominou somente a versão da mídia que, assim como hoje faz a campanha de Serra, naquele momento lutava com unhas e dentes para eleger Collor. Se Dilma for eleita a Telebrás ganhará força e a banda larga será levada Brasil afora, nos conta o Azenha que o brasileiro passa 30 horas por semana navegando na rede, isto é ótimo, eu mesmo há muito tempo não ligo prá estes caixote chamado televisão,,,...o que é isso,,,aqui o link para o texto do Azenha
    http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/brasileiro-passa-30-horas-por-semana-navegando-na-rede.html

    Já o Antonio Mello implora pelo livro do Amaury Ribeiro que, ao contrário do que alardeia o Zé Dossiê Serra, não é dossiê contra ele mas um livro escrito e muitíssimo muito bem documentado, sendo o autor, o Amaury, um jornalista respeitado e premiado várias vezes, por isso faço coro com o Mello: publica Amaury, publica, o Brasil não pode correr o risco de eleger um estalionatário mentiroso num momento impar e com um ótimo conceito perante outras nações também, não podemos regredir, esta história do Zé Dossiê é para não debater questões que nos interessam tipo pre-sal, banda larga, educação, cultura... aqui o link para o ótimo texto do Mello http://blogdomello.blogspot.com/2010/09/livro-do-amaury-ribeiro-jr-nao-pode.html

    Já o Brizola Neto convoca-nos a nos tomarmos de coragem, a superarmos o medo, a lutar para que os golpistas não prosperem http://www.tijolaco.com/24784

    No portal do Luis Nassif, um tal Marcus Neto, estes que antes não tinham voz mas que agora tem, levanta a suspeita de que,,,abre aspas:
    As dúvidas sobre o suposto documento da Receita
    Enviado por luisnassif, qui, 02/09/2010 - 00:57 Em Observação
    Por Marcus Netto
    Nassif , o documento apresentado pela Folha de São Paulo como sendo da Receita Federal é uma Fraude , assim como foi a Ficha da Dilma. Aquele formulário jamais sai da Repartição da Receita , o contribuinte ou seu procurador leva consigo apenas o canhoto localizado na barra do formulário e em nenhum momento existe reconhecimento de firma requerido por parte da Receita pois o Auditor Fiscal tem Fé Pública.. Fecha aspas.

    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/as-duvidas-sobre-o-suposto-documento-da-receita

    Já um tal de Eduardo Guimarães, que também não tinha voz e de cujo blog extraí esta bela imagem da bandeira do Brasil, ...por sinal estamos na Semana da Pátria, processará a televisão por ter assumido a campanha de Serra após o fracasso do candidato


    Apoie a nova representação do Movimento dos Sem Mídia, segue link
    http://www.blogcidadania.com.br/2010/09/apoie-a-nova-representacao-do-msm-a-justica-eleitoral/

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  8. Luis Rodrigues2.9.10

    Amaury, vaza um pouco desse livro aí.

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  9. Também não entendi o argumento sobre o não lançamento do livro do Amauri Jr. "Para não influenciar as eleições...". Até por isso deveria ser lançado. Concordo, plenamente, com você.
    Jeferson Paz

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  10. Sonia Montenegro2.9.10

    A promessa era lançar logo depois da Copa, em capítulos, pela internet. Agora só depois da eleição. O povo brasileiro tem o direito de conhecer antes da eleição o conteúdo dessas denúncias. No frigir dos ovos, adiar a divulgação do livro é ser conivente com os crimes denunciados no livro, que inclusive, tem sido usado pela oposição para criar todos esses factóides contra a Dilma. Concordo plenamente com vc, Mello.

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  11. Anônimo2.9.10

    Sabemos que nao tem como tirar Dilma da presidência, inclusive terá mais votos que o Lula.. vejam no site do PHA http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/09/02/dilma-lidera-em-todos-os-estados-ela-vai-ter-mais-votos-que-o-lula/

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  12. Anônimo2.9.10

    Olá Mello. Pesquisando no Google, por uma questão ambiental ligada a uma chácara (Colúmbia) no bairro onde cresci, fui remetido ao Portal Consultor Jurídico (link abaixo). Na ação movida pelo Ministério Público Federal, onde José Serra é um dos envolvidos, fica claro o que é aparelhamento do Estado e uso de instituições públicas em benefício próprio e de apaniguados.
    Pra quem tiver coragem ou curiosidade desejo uma boa leitura. PS - Não se esqueçam de um saco de vômito para qualquer eventualidade.

    http://www.conjur.com.br/2002-set-20/leia_acao_impetrada_mpf_serra_citado_3

    sexta, dia 20 - setembro de 2002

    Abraços - Roberto Barboza - SP

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  13. Anônimo2.9.10

    Será que o livro existe?

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  14. Rogerio2.9.10

    Na história do Brasil, a direita sempre falsificou alguma coisa na época das eleições, para tentar golpes de estado. Foi assim com Lacerda, que falsificou a Carta Brandi e não foi punido.Quando coronel, Olimpio Mourão Filho falsificou o Plano Cohen e desmascarado, também não foi punido.Anos depois, com Lacerda como governador da Guanabara e Mourão Filho como general comandante de Minas, ambos foram o estopim do golpe militar que torturou, matou e acabou com a democracia.Por isso devemos publicar a história das falsificações que a direita já usou para frustrar a vontade popular!É preciso mostrar o passado dessa gente para poder prever seu futuro! E preparar as defesas!O pedido de cassação do registro da Dilma, que todos esperávamos, alegando que ela tem a ver com essa falsificação da quebra de sigilo, já esta na mão do ministro Aldy Passarinho doTSE! Essa gente não brinca em serviço!Nesse artigo publicado pelo Conversa Afiada eu acho que consegui chegar bem perto de mostrar isso.Peço que leiam o artigo e divulguem.
    http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/09/01/o-%E2%80%9Cplano-cohen%E2%80%9D-a-%E2%80%9Ccarta-brandi%E2%80%9D-e-o-dossie-do-serra-a-perna-da-mentira-ficou-mais-curta/
    Blogueiros: publiquem artigos sobre as falsificações a direita e seus autores. O Brasil precisa passar a limpo esses fatos!É preciso punir com a Lei ao Serra, ao Sérgio Guerra e a todos que continuarem a difamar Dilma e o PT. Cadeia para esses bandidos não acabarem como Lacerda e Mourão Filho acabaram: livres, soltos e tramando novos golpes! Cadeia para Serra e Guerra!Lugar de GOLPISTA é na CADEIA!

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  15. Caetê Beck2.9.10

    Ou este jornalista é pura falácia, ou foi pago, como o cala-boca que dantas recebeu. Se vc ler isso Amaury Jr., manifeste-se ou reduza-se a sua insignificância jornalistica. Seja homem e coloque o peito pra jogo rapaz... MEXA-SE!!

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  16. Anônimo2.9.10

    mello,
    ese livro é um grande "colete salva vidas"
    com eficácia, inclusive, contra a famosa bala de prata.
    acho que ele deveria ser lançado um pouco antes da eleição (entre 5 e 10 dias) para ter a maior repercursão.
    se voce tem um grande trunfo é melhor usá-lo na hora certa.
    abraço.
    emerson57

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  17. Anônimo7.9.10

    Depois esse livro acaba como o do Kajuru sobre o mafiosos Marconi Perillo, que mandou queimar em praça pública todos os "Dossiê K" em Goiás. A vida dá voltas e hoje lá estão novamente Marconi Perillo (PSDB) e Iris Rezende (PMDB) disputando votos em Goiás.

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