terça-feira, 17 de maio de 2011

Tribunal pode determinar ainda este ano que Scotland Yard abra 36 mil documentos inéditos sobre Jack, o Estripador



Passados 123 anos da morte do mais famoso serial killer de todos os tempos, Jack, o Estripador, a Scotland Yard continua a negar acesso a quatro livros grossos com depoimentos e informações da época, que poderiam finalmente esclarecer quem era o criminoso.

Trevor Marriott, que trabalhou na polícia como investigador de assassinatos e é um dos mais destacados pesquisador sobre o caso do estripador, tenta há três anos ter acesso aos documentos, sem sucesso.

A Scotland Yard alega que eles contém nomes de informantes, e, mesmo passados 123 anos das cinco mortes atribuídas a Jack (várias outras estão ligadas mas não são confirmadas), há um compromisso de sigilo entre as partes que não pode ser rompido. Se o for, informantes de hoje não terão garantia de que jamais seus nomes serão revelados, e por isso não auxiliarão a polícia.

Marriott alega que em outros casos o sigilo já foi quebrado. Mas a Scotland Yard se mantém irredutível.

Semana passada, Marriott entrou na justiça pedindo acesso aos 36 mil documentos inéditos, que ele acredita que possam finalmente revelar a identidade do famoso e ao mesmo tempo desconhecido criminoso.

Entre os principais suspeitos há um neto da rainha Vitória, que reinou durante mais de 63 anos e deu nome a uma era do Império Britânico, a era Vitoriana. Será esse o verdadeiro motivo da recusa?

A decisão do tribunal é esperada ainda para este ano.

[Fonte: The Telegraph]

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