sábado, 6 de julho de 2013

Livro afirma que Brasil planejou e esteve perto de invadir o Uruguai nas décadas de 60 e 70, por temer revolução





A afirmação está no livro "Orden y Progreso" do escritor uruguaio Federico Leicht. Segundo Leicht, o momento da invasão estava decidido em 1970, quando os tupamaros sequestraram o cônsul brasileiro Aloysio Días Gomides. Caso o cônsul não fosse libertado, o Brasil invadiria o Uruguai.

Federico Leicht diz que suas afirmações foram tiradas de documentos desclassificados do governo dos EUA, do governo brasileiro e da imprensa do período.

Felizmente, o cônsul brasileiro foi libertado pelos tupamaros, que receberam da esposa do cônsul 300 mil dólares.

No ano seguinte, 1971, o Brasil, segundo Leicht, ajudou a fraudar a eleição presidencial uruguaia, junto com os Estados Unidos, forçando a eleição do conservador Partido Colorado com Juan María Bordaberry.

"En estas elecciones votaron personas que hacía años que habían fallecido. No lo digo yo, lo dicen los documentos expuestos en mi libro".

Tampoco dudó en señalar como "culpable" al Partido Colorado, tradicionalmente gobernante en el país, señalando que organizó el fraude "con el apoyo de Brasil y, por ende, de Estados Unidos".

Durante las fechas previas a las elecciones, "las tropas brasileñas fueron puestas en la frontera haciendo ejercicios militares, preparándose para una hipotética invasión a Uruguay", afirmó.

Dos años después, con el apoyo de los militares, el presidente Bordaberry dio un golpe de Estado y disolvió el Parlamento iniciándose una dictadura que duraría 13 años.
[Fonte]

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Um comentário:

  1. Neli Faria7.7.13

    Caso não fosse libertado, diferentemente de dizer:os milicos planejaram invadir o uruguai...Acho engraçado os chutes históricos que essa gente dá.

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