domingo, 10 de novembro de 2013

Alguns comentários de leitores sobre meu romance 'Madame Flaubert'. Aguardo o seu





Embora o livro ainda não tenha sido oficialmente lançado, meu romance Madame Flaubert já está à venda desde setembro, e alguns leitores fizeram seus comentários.

Há ainda, curiosamente, pessoas que em seu perfil no Facebook indicam Madame Flaubert como um de seus livros favoritos. Mas não me deram nenhum retorno disso. Por quê? Escreva pra mim!

Alguns comentários me foram enviados por e-mail, dois recebi por mensagem direta no Facebook e outros dois descobri no Google.

Foi uma surpresa agradável, especialmente porque os comentários foram todos positivos. Agora, aguardo o seu, que me leu. O que achou? Comente. Aqui no blog, no Face, envie por e-mail - neste caso, só vou publicá-lo com sua autorização.

Mas estou verdadeiramente interessado na opinião de todos. Vamos lá, escreva.

Aos trechos de comentários:

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Antecipei minha ida para a cama. Por favor, não se apressem em conclusões. Deitei-me em companhia do romance Madame Flaubert, do colega blogueiro Antonio Mello.

Gostei da ironia do título e o encomendei à Publisher, do também blogueiro Renato Rovai, por via postal – eletrônica e regular. Paguei trinta reais, incluindo frete, e recebi em menos de cinco dias, em plena greve dos trabalhadores dos Correios. Isso é que é eficiência.

Trama instigante, em estilo e ritmo elétricos, a envolver escritores e/ou roteiristas de novelas e personagens da política, da TV e botequins. Todos mais ou menos frustrados com a trajetória de suas vidas ou o (des)aproveitamento de seus supostos talentos.

Passa-se no Rio da era Collor, ele próprio assinalado, em narrativa que traduz a superficialidade de uma época e de um meio. A  exemplo de Madame Bovary, de Gustave Flaubert, ponto de partida ou inspiração.

Gostei do que li até agora, e já estou quase no fim das 191 páginas. Recomendo. [Fonte]

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AC é um escritor que se afundou na bebida e nas drogas. Sempre alterado, não consegue terminar um romance, onde vem trabalhando com afinco, porém sem sucesso. Antonio (AC) usa elementos da realidade em seu romance, para ele tudo é literatura.

Sempre bêbado, não consegue mais discernir o que é real ou ficção, de certa forma se apoia nos colegas para encontrar um pouco de verdade em sua vida.

Juntamente com seus amigos, ele vai escrevendo seu romance, onde seus personagens são pessoas reais. Ele luta contra ele mesmo, e contra os efeitos das drogas para terminar seu romance. Cada personagem da história tem suas crises, vícios e sonhos. Todos destruídos de uma forma eletrizante. Histórias que vão se ligando na obra, e no fim recebem um mesmo destino.

Antonio Mello utilizou de fatos que nós conhecemos pela mídia, como quando Collor é eleito e depois deposto, como a filha de Glória Perez que morre assassinada pelo ator que trabalhava com ela. De certa forma, em Madame Flaubert o leitor se sente parte da obra, se sente vivo junto com cada personagem ali descrito. Torce e tenta adivinhar qual será o seu destino. [Fonte]

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O que eu mais gostei foi que o livro foi-me pegando aos poucos e quando eu vi não conseguia mais parar de ler, porque me surpreendia cada vez mais, as coisas vão acontecendo como num quebra-cabeças onde as peças se encaixam. Me surpreendeu, porque sou leitora do blog, gosto do jeito que você escreve, mas no livro é outro nível. Parabéns. [por e-mail]

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Antonio, acabei de ler seu livro, estou emocionada, arrepiada, com o coração batendo. Há muito tempo não lia um romance que me fizesse não querer parar de ler do começo ao fim. Conheço suas histórias e reconheço: você é mesmo Big. Escreva outros meu caro, essa é a parte que te cabe neste latifúndio, todos os elogios meus (ou os do livro) são poucos pra sua Arte, com A maiúscula mesmo. Parabéns. Sucesso e obrigada por existir em nossa vidas. [mensagem no Face, de pessoa queridíssima]

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Bom, Bom demais, por ser Bom, Bom de ler, Bom de "Viajandão", Bom de fazer Bem...Show Mello!! Beijo Grande [de um amigo, diretor de TV e vídeo, na página do romance]

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Aguardo seu comentário. E, por favor, já me diga se posso publicá-lo ou não. Grato.

E você que ainda não leu, trate de fazê-lo. Clique no banner abaixo e voilá...


Madame Flaubert, de Antonio Mello

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