terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Genoíno não tem que pagar nada, e militância não tem que fazer vaquinha: PT é que tem que deixar de ser boi





O companheiro José Genoíno, além das arbitrariedades que o Simão Bacamarte Barbosa lhe impôs, foi condenado ontem a pagar quase R$ 500 mil em 10 dias (agora nove) pelo mesmo julgamento arbitrário e ilegal.

Ele não tem que pagar nada. Primeiro, porque o julgamento foi uma farsa. Segundo, porque é o primeiro caso de corrupto duro, sem dinheiro. Daniel Dantas, por exemplo, foi condenado a 10 anos e continua solto.

Já citei algumas vezes aqui no blog uma sentença do poeta e compositor Torquato Neto que diz: Leve um homem e um boi ao matadouro. O que berrar primeiro é o homem, mesmo que seja o boi.

Isto se aplica ao Genoíno. Vejo que militantes estão fazendo uma vaquinha para pagar a absurda quantia. Mas isso só valida a sentença ilegal. Não tem que pagar porra nenhuma. O PT (não o governo, que é o PT mais aliados) tem que se insurgir contra mais essa arbitrariedade.

Mas, infelizmente, até com apoio do Lula, o partido é comandado por um traíra, que jogou a candidatura de Dilma às feras, entregando à Veja um material que denunciava uma suposta espionagem da campanha sobre José Serra (logo Serra, o rei do jogo sujo dos bastidores...), sob comando do jornalista Amaury Jr. Na justiça, ficou comprovado que Falcão e Palocci agiram "com o propósito de derrubar Fernando Pimentel e Luiz Lanzeta do comando da campanha da então candidata à presidência da República, Dilma Rousseff".

O PT é que tem que reagir. E, se não reage, tem que ser cobrado de seu presidente por que não o faz.

Deputados e senadores do partido têm que botar a boca no trombone (berrar, na sentença de Torquato), no Brasil e no exterior, e denunciar as arbitrariedades a que estão sujeitas lideranças do PT.

Enquanto isso, Roberto Jefferson, que enfiou assumidamente R$ 4 milhões em um buraco escuro, úmido e não sabido, continua livre, leve e solto, inclusive de férias de seu blog (Enquanto Dirceu e Genoíno penam na Papuda, Roberto Jefferson, único réu confesso da AP 470, tira férias de seu blog).


Madame Flaubert, de Antonio Mello

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12 comentários:

  1. Anônimo7.1.14

    até que enfim alguém diz o que tem que ser dito: não tem que pagar nada!! não tem aceitar nada desta condenação!!! quem cala consente!!

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  2. marcos7.1.14

    A estratégia é bem manjada. Infelizmente Dirceu e Genoíno vão ter que servir de bucha de canhão. Até o final de 2014 as provocações tentando uma reação do governo federal serão frequentes.
    Agora é vencer as eleições e politizar de vez o judiciário. Ou vocês acham que num sistema presidencial tem moleza? Não sei se você leu o comentário dos seguranças da casa Branca a respeito dos presidentes e respectivas primeiras damas? Ficou claro que até nesse setor a politização é que dá o tom.
    Resumindo, é ganhar as eleições e colocar no supremo pessoas com perfil de esquerda.

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  3. Anônimo7.1.14

    LIVRO QUE RELATA ENVOLVIMENTO DE FHC COM A CIA ESGOTA EDIÇÃO.
    Jornal Correio do Brasil
    Por Redação – do Rio de Janeiro
    7/1/2014 9:05
    FHC é citado por três jornalistas quanto ao seu envolvimento com a espionagem dos EUA
    Está esgotado nas duas maiores livrarias do Rio o livro da escritora Frances Stonor Saunders Quem pagou a conta? A CIA na Guerra Fria da cultura, no qual o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é acusado, frontalmente, de receber dinheiro da agência norte-americana de espionagem, para ajudar os EUA a “venderem melhor sua cultura aos povos nativos da América do Sul”. O exemplar, cujo preço varia de R$ 72 a R$ 75,00, leva entre 35 e 60 dias para chegar ao leitor, mesmo assim, de acordo com a disponibilidade no estoque. O interesse sobre a obra da escritora e ex-editora de Artes da revista britânica The New Statesman, no Brasil, pode ser avaliado ao longo dos cinco anos de seu lançamento.
    Quem pagou a conta?, segundo os editores, recebeu “uma ampla cobertura pela mídia quando foi lançado no exterior”, em 1999. Na obra, Frances Stonor Saunders narra em detalhes como e por que a CIA, durante a Guerra Fria, financiou artistas, publicações e intelectuais de centro e centro-esquerda, num esforço para mantê-los distantes da ideologia comunista. Cheia de personagens instigantes e memoráveis, entre eles o ex-presidente brasileiro, “esta é uma das maiores histórias de corrupção intelectual e artística pelo poder”.
    “Não é segredo para ninguém que, com o término da Segunda Guerra Mundial, a CIA passou a financiar artistas e intelectuais de direita; o que poucos sabem é que ela também cortejou personalidades de centro e de esquerda, num esforço para afastar a intelligentsia do comunismo e aproximá-la do American way of life. No livro, Saunders detalha como e por que a CIA promoveu congressos culturais, exposições e concertos, bem como as razões que a levaram a publicar e traduzir nos Estados Unidos autores alinhados com o governo norte-americano e a patrocinar a arte abstrata, como tentativa de reduzir o espaço para qualquer arte com conteúdo social. Além disso, por todo o mundo, subsidiou jornais críticos do marxismo, do comunismo e de políticas revolucionárias. Com esta política, foi capaz de angariar o apoio de alguns dos maiores expoentes do mundo ocidental, a ponto de muitos passarem a fazer parte de sua folha de pagamentos”.
    Quem pagou a conta? está esgotado nas livrarias do Rio

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  4. Anônimo7.1.14

    Quem pagou a conta? está esgotado nas livrarias do Rio
    As publicações Partisan Review, Kenyon Review, New Leader e Encounter foram algumas das publicações que receberam apoio direto ou indireto dos cofres da CIA. Entre os intelectuais patrocinados ou promovidos pela CIA, além de FHC, estavam Irving Kristol, Melvin Lasky, Isaiah Berlin, Stephen Spender, Sidney Hook, Daniel Bell, Dwight MacDonald, Robert Lowell e Mary McCarthy, entre outros. Na Europa, havia um interesse especial na Esquerda Democrática e em ex-esquerdistas, como Ignacio Silone, Arthur Koestler, Raymond Aron, Michael Josselson e George Orwell.
    O jornalista Sebastião Nery, em 1999, quando o diário conservador carioca Tribuna da Imprensa ainda circulava em sua versão impressa, comentou em sua coluna que não seria possível resumir a obra em tão pouco espaço: “São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas”, afirmou.
    Dinheiro para FHC
    “Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de US$ 145 mil. Nasce o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento)”. Esta história, que reforça as afirmações de Saunders, está contada na página 154 do livro Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro daquele ano.
    Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura militar havia lançado o AI-5 e elevado ao máximo o estado de terror após o golpe de 64, “desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos”, como afirma a autora. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. O ex-presidente Juscelino Kubitcheck e o ex-governador Carlos Lacerda tinham sido presos. Enquanto isso, Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela para fundar o Cebrap. O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, por onde passou FHC, era voz corrente que o compromisso final dos norte-americanos girava em torno de US$ 800 mil a US$ 1 milhão.

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  5. Anônimo7.1.14

    Segundo reportagem publicada no diário russo Pravda, um ano após o lançamento do livro no Brasil, os norte-americanos “não estavam jogando dinheiro pela janela”.
    “Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando (os dólares)”. Na época, FHC lançara com o economista chileno Faletto o livro Dependência e desenvolvimento na América Latina, em que ambos defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos”. A cantilena foi repetida por FHC, em entrevista concedida ao diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, na edição da última terça-feira, a última de 2013.
    Com a cobertura e o dinheiro dos norte-americanos, FHC tornou-se, segundo o Pravda, “uma ‘personalidade internacional’ e passou a dar ‘aulas’ e fazer ‘conferências’ em universidades norte-americanas e européias. Era ‘um homem da Fundação Ford’. E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA”.
    Principais trechos da pesquisa de Saunders:
    1 – “A Fundação Farfield era uma fundação da CIA… As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos… permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas” (pág. 153).
    2 – “O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça…” (pág. 152). “A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria” (pág. 443).
    3 – “A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares… Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos… com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos” (pág. 147).

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  6. Anônimo7.1.14

    4 – “Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante” (pág. 123).
    5 – “Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil” (pág. 119).
    6 – “A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana” (pág. 45).
    Espionagem e dólares
    Não há registros imediatos de que o ex-presidente tenha negado ou admitido as denúncias constantes nos livros de Sauders e Leoni. Em julho do ano passado, no entanto, o jornalista Bob Fernandes, apresentador da TV Gazeta, de São Paulo, publicou artigo no qual repassa o envolvimento do ex-presidente com os serviços de espionagem dos EUA, sem que tivesse precisado, posteriormente, negar uma só palavra do que disse. Segundo Fernandes, “o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que ‘nunca soube de espionagem da CIA’ no Brasil. O governo atual cobra explicações dos Estados Unidos”.

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  7. Anônimo7.1.14

    “Vamos aos fatos. Entre março de 1999 e abril de 2004, publiquei 15 longas e detalhadas reportagens na revista CartaCapital. Documentos, nomes, endereços, histórias provavam como os Estados Unidos espionavam o Brasil.Documentos bancários mostravam como, no governo FHC, a DEA, agência norte-americana de combate ao tráfico de drogas, pagava operações da Polícia Federal. Chegava inclusive a depositar na conta de delegados. Porque aquele era um tempo em que a PF não tinha orçamento para bancar todas operações e a DEA bancava as de maiores dimensão e urgência”, garante Fernandes.
    Ainda segundo o jornalista, o mínimo de “16 serviços secretos dos EUA operavam no Brasil. Às segundas-feiras, essas agências realizavam a ‘Reunião da Nação’, na embaixada, em Brasília”.
    Bob Fernandes, que foi redator-chefe de CartaCapital, trabalhou nas revistas IstoÉ (BSB e EUA) e Veja, foi repórter da Folha de S.Paulo e do Jornal do Brasil, afirma ainda que “tudo isso foi revelado com riqueza de detalhes: datas, nomes, endereços, documentos, fatos. Em abril de 2004, com a reportagem de capa, publicamos os nomes daqueles que, disfarçados de diplomatas, como é habitual, chefiavam CIA, DEA, NSA e demais agências no Brasil. Vicente Chellotti, diretor da PF, caiu depois da reportagem de capa Os Porões do Brasil, de 3 de março de 1999. Isso no governo de FHC, que agora, na sua página no Facebook, disse desconhecer ações da CIA no país”.
    FONTE: http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/livro-que-relata-envolvimento-de-fhc-com-a-cia-esgota-edicao-nas-livrarias/675486/
    EM TEMPOS GOLPISTAS: ‘Calma, fascistas, a hora de vocês vai chegar, e em muito breve! Calma, estropícios desalmados!’
    República da oPÓsição “cheirosa”!
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

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  8. Anônimo8.1.14

    Isso mesmo, Mello. Genoino nada deve. Muito pelo contrário.

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  9. Anônimo8.1.14

    Quem teria pago o advogado de Genoíno, o injustiçado? Quanto teria custado a defesa de Genoíno? Hehehehe

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  10. Anônimo10.1.14

    ninguém tá calado. esse movimento vai mostrar a força do Partido. Não será um Barbosinha que vai nos derrubar. vamos pagar, com orgulho, o cara arriscou a vida para nos livrar da ditadura. Pense bem.

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  11. Pieguismo????
    Posted on January 11, 2014
    Há um certo sentimento latino na discussão. Um certo pieguismo (sentimentalismo excessivo). Há, em Direito, a confissão de dívida. Mas ela não é absoluta, se condicionada a uma situação extrema. E o que é extremo? Quando algo te aflige de forma àquela situação de “dá ou desce”. Vou dar exemplo…. minha mãe era inscrita no Cadin, sua declaração foi glosada. Poderia quitar, mas percebi que seria credora em breve e compensaria. Qual, a Receita queria ver o “DARF”. E não é brincadeira, é vero. Mas o DARF estava na PREVI. Que não o cedeu! E ela ficou no Cadin até precisar de um crédito. Não, sua pensão não foi burilada, seu apartamento, nada. Isso não existe, é uma forçação para justificar. “Mas o STF tudo pode….”! gente, poderá mais se cedermos! Parcelei, obtive o crédito e parei de pagar. A SRF mandou ajuizar, ótimo. Ganhei e provei que a confissão, o parcelamento, tinha sido imposto por coação. Minha mãe é BB. E Genoíno, ele é Genoíno? Não, é PT. Genoíno não é ninguém especial, o STF julgou o PT. Mas Genoíno precisa pagar a dívida, ele pode….. ir para o Cadin. Pior, Genoíno é PT e caso, por um acaso, o julgamento for revisto, há erros materiais, Genoíno terá confessado a dívida, ao pagar. O PT terá confessado! Não tinha lido o artigo do Mello, muito pertinente. Enfim, Genoíno não é Genoíno, é PT. O PT não pode assumir e confessar, o pagamento, que os advogados me perdoem, é uma confissão.

    - See more at: http://pimon.com.br/pieguismo/#sthash.9IPhl3Jt.dpuf

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  12. Anônimo20.1.14

    *O FARTO (sic) 'domínio do fato' do TRENSALÃO DEMotucano "não é prova 'tênue'" (idem sic) para "o supremo do supremoTF" **Marco Aurélio Mello! Sim, o mesmo 'miniSTRO' da "corte suprema" brasileira que preconizou, peremptório: " A ditadura militar no Brasil foi um mal necessário!"...

    *PAPEL CONFIRMA SUBORNO DE ALSTOM A TUCANOS
    (http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/01/1400001-documento-mostra-como-alstom-distribuiu-propina.shtml)

    **[Marco Aurélio] MELLO ALIVIA CARTEL E DIZ QUE PARECER É INCONCLUSIVO
    (http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/127435/Mello-alivia-cartel-e-diz-que-parecer-%C3%A9-inconclusivo.htm)

    EM TEMPO(?!) - "supremoTF": aspas monstruosas e letras submicroscópicas! No 'brazil'(!), "o supremo" é absolutamente ÍNFIMO! O que não deixa de ser um risco iminente à nossa subdemocracia de bananas!...

    Que país "supremo" é esse, sô?!...

    República de 'Nois' Bananas
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

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