terça-feira, 29 de abril de 2014

O pensamento (muito) vivo de Ali Kamel, Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo




Não sou movido por paixões políticas e meu compromisso é apenas com a minha profissão: relatar os fatos, com correção e imparcialidade, não importando se beneficiam ou prejudicam esta ou aquela corrente política. 

Posso constatar com orgulho que esta é também a postura dos meus colegas de redação. Para todos nós, é motivo de satisfação trabalhar numa casa que não espera de seus funcionários outra coisa senão esse tipo de comportamento. Políticos passam. Eleições chegam ao fim. Mas o nosso trabalho jornalístico é diário e avança nos anos. 

Supor que jornalistas da TV Globo e a própria emissora possam perder isso de vista, trocando os compromissos éticos de nossa missão conjunta por objetivos políticos subalternos, é uma ofensa gravíssima que repudiamos com toda a ênfase. [Fonte]

Você que me lê concorda com ele, é isso o que vemos refletido nos telejornais da Globo? Ou ele é um a) cínico; b) um alienado; c) um mentiroso; d) um homem que fala a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade; e) ele é o Vovô Simpson, pai dos Homer?


OBS: Não dou links para a mídia corporativa porque eles também não nos linkam quando nos citam.

Madame Flaubert, de Antonio Mello

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6 comentários:

  1. Olha, prezado MELLO, fui repórter da GLOBO entre 1971 e 1975, e lhe afiançio, que este KAMEL, não se adaptaria, pelo menos à grande maioria dos personagens, naquela monástica redação da Von Martius, engajados manifestamente, a lutar contra Médici e Geisel, oscilando entre o surdo e o ostensivo, como Paulo Gil Soares, Walter Lima Júnior, Washington Novaes, Luiz Lôbo, Luis Edgard de Andrade, Eduardo Coutinho, Scarlet Moon de Chevalier, Amaury Monteiro, João Saldanha e, o maestro arranjador da " Tropicália ", Júlio Medaglia, todos, sem exceção, bem argutos, perspicazes, quando necessário fosse, debochados e pantomímicos, a destoar da Direção Geral do Jornalismo, em mãos conservadoras, nem por isso menos talentosas, há de confirmar quem acompanhou a fase aúrea do JB, sob ODYLO COSTA, FILHO, lendo diariamente a coluna " Na grande Área ", de Armando Nogueira, caído em desgraça, logo após a tentativa de assalto à eleição de BRIZOLA x WELLINGTON M.FRANCO, o Gato Angorá, em 1982 pela empresa inidônea e vil, denominada PROCONSULT. Veja, prezado Mello, êsse Kamel é tão somente mais um lorpa, um pascácio, um cretino fundamental, um fariseu a usar o Jornalismo, tarefa nobilíssima, que ele deveria praticá-la, lançando mão das sandália sda humildade, o que não percebo nêle. Me desculpando com o Nelson, personagem inspirado de meu curta metragem " OPA! QUÊ QUE HÁ?, adiante vislumbramos à espera do KAMEL, somente o ostracismo mais devastador... Saudações efusivas, do Planta do Deserto, ao qual basta serenar...

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  2. Anônimo30.4.14

    Existe uma orquestração pigueana, digamos que a globo é a protagonista, mas a band news está na mesma toada, sem contar a cultura/SP, uma vergonha.Para ouvidos mais atentos estas três estão insuportáveis. Queria ter o poder de retirar os recursos públicos destinados a estas emissoras.Dá muita raiva, a
    é esta a sensação, estou sentindo muita raiva da midia conservadora deste país e não é à toa que os cidadãos comuns andam achincalhando seus profissionais nas ruas.p/Angela Maria Liuti

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    Respostas
    1. Cara Ângela Maria Liuti, voçe já é devidamente iluminada, óbvio, por carregar, afora o Liuti, nome tão acalentado e adorado, com justiça, diga-se de passagem. Ela foi de nossas maiores cantantes. A questão é, que desesperados, atônitos e desorientados, os trânsfugas de sempre, cuja gênese é, a UDN, mãe da ARENA, mãe do PDS, pai do PFL, cujo rebento demoníaco, os DEMOCRATAS, ( Vide Rorizes e Arrudas, AH!, Demóstenes! UFA! ) suprema ironia e anátema, se extingue, em seu canto do cisne, na treva da insignifância e da mediocridade. São, minha querida interlocutora, os inefáveis e indefectíveis, costeadores de alambrados, pérfidos e vis, insidiosos e egoístas neoliberais, já sem perspectivas concretas a vislumbrar modus operantis, de como deter a, já , a esta altura, irreversível, reeleição de Dilma Roussef, a quem é imperiosa, urgentemente, a encarnação da capacidade de replicar imediatamente , quaisquer golpes, sujos e baixos, como lhes é próprio ao perfil, desferidos pelos inimigos imortalizados, no espectro ideológico, em posição à ultra direita conservadora e inescrupulosa. Para esta gente, o lema é a escandalosamente pérfida, " Lei de Murici ", onde, então, cada um cuida de si. A coisa vai esquentar mais, contudo, prepare-se, fundamente-se, quando sobrevier, o famigerado " horário eleitoral Gratuito ", aliás, que de gratuito não tem nada. Nós, o povo, o remuneramos, crendo, ademais, que, valerá o sacrifício, no intuito de que prossigamos, incontinentes, rumo à inclusão de todos, sem exceções, ao estado do bem estar social, Nórdico, Escandinavo. Há muito, ainda, o que se fazer, prezada Ângela, e, arrisco-me a afirmar de que o nosso querido " Sapo Barbudo ", voltará em 2018. Saudações, efusivas e sinceras, do " Planta do Deserto ", a quem basta, tão somente, o orvalho do alvorecer...

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  3. Auternativa c;Alem disso não assisti seu canal. Cara de pau.

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  4. Anônimo2.5.14

    Gênio é o que vê o óbvio. E vê. Mário de Andrade viu Fernando Henrique bem
    antes. Em 1928, dois anos antes de Fernando Henrique nascer, escreveu a biografia dele:
    "Macunaíma, o herói sem nenhum caráter".
    Os jornais trazem o retrato patético de um presidente que não respeita sequer a própria boca.
    O que diz hoje, amanhã já não vale nada. Pediu que esquecessem o que escreveu. Agora
    manda esquecerem o que mandou fazer. E deixa os ministros e porta-vozes desmoralizados,
    como idiotas baratas tontas.

    Fernando Henrique disse: "Mandei examinarem pisos profissionais, uma coisa que não tem
    nada a ver com o salário mínimo ou a Previdência." É verdade? Não. É mentira.
    O porta-voz Georges Lamazière informou, oficialmente, de pé, meio gaguejante, no Palácio do
    Planalto, diante da bandeira nacional: "O presidente pediu ao ministro-chefe da Casa Civil,
    Pedro Parente, estudo para dissociar do salário mínimo o salário-base da Previdência."

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  5. Caro seguidor anônimo, a comentar no excelente Blog do MELLO, gastar vela com defunto ruim, nunca foi de meu feitio,aliás,é, deveras penoso, precipuamente com alguém que compra em dinheiro vivo a sanção de leis de caráter altamente duvidoso, a exemplo da reeleição, irônicamnete, o feitiço contra o feiticeiro, pois já lá se vão, com esta eleiçõao de 05 de outubro de 2014, quatro mandatos progressistas, a nos alavancar. Assim, porquanto a situação econômica tenha melhorado substancialmente, de 2003 até agora, vá lá, talvez duas velas, embora ainda não tenhamos obtido sucesso em implementar medidas ou reformas de base que de fato respondam com efetividade à enorme demanda estrangulada, é visível a escalada e ascensão, positivas, das políticas públicas adotadas. A nosso ver, a chave mestra, para destravar e livrar o Brasil deste tripé funesto dos rentistas e banqueiros, a saber, o tal do superavit primário, leia-se comprometimento fiscal a nos sangrar e por isso voçe tem esse juro imoral e mafioso, o câmbio flutuante, embora voçe tenha reservas em dólares de 377 bilhões, e o maldito centro da meta, no controle da inflação, tudo para agradar os mercados e seus especuladores neoliberais. De que, de fato, em essência, necessitamos, é a adoção dos ideais e concepções econômicos dos desenvolvimentistas, o estado do bem estar social, destaque absoluto para John Maynard Keynes, a quem o chanceler inglês Winston Churchill, deve ter poupado, ao proferir, aforismo, que expunha o dito de que " entre dez economista, onze eram absolutamente ignorantes ". A idéia da constituinte exclusiva e, portanto, soberana, proposta pela própria presidenta e, solenemente ignorada, por este congresso, composto por uma maioria esmagadora de larápios, patifes e tartufos. Dizia, então, considerá-la, a chave mestra, que seria a instalação desta constituinte, porquanto eria erigida e fundamentada, precavidamente, em blindagem operacionalizada por uma rígida quarentena, o que, eliminaria irreversívelmente, quaisquer chances aos espúrios conflitos de interesses que, só objetivam tolher os avanços da regulamentação de medidas absolutamente necessárias, a tornarmos, verdadeiramente, este país, mais justo, equânime, isonômico e equilibrado, na distribuição de sua incomensurável riqueza. Os que dela viessem a participar e a legislar, ficariam impedidos de exercer quaisquer cargos públicos, por, no mínimo, década. Aliado a este passo, seria fundamental, já nestas eleições, reeleita a presidenta, votar-se maciçamente no espectro à esquerda, progressista, libertando a primeira mandatário do engessamento impôsto pelo anátema da Governabilidade. Saudações do Planta do Deserto, aquele que somente necessita do orvalho do alvorecer...

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