sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Não é 'a midia' quem está censurando a lista do HSBC. É Fernando Rodrigues, que a recebeu do ICIJ


Agora virou moda no jornalismo velhaco a utilização de metáforas, metonímias, eufemismos para se ocultar a "coisa em si", ou seja, a notícia. Pior é que isso se alastra pela blogosfera e redes sociais.

A falta d'água em São Paulo virou crise hídrica.

A retenção dos nomes da lista dos correntistas do HSBC pelo jornalista Fernando Rodrigues virou coisa do Uol ou da Folha.

Ora, a lista foi dada ao jornalista. E só a ele, embora outros jornalistas brasileiros façam parte da associação.

Se ele retém a lista porque tem o rabo preso ou fixação na fase anal (curtindo o prazer de reter ou não as fezes / informações), não se pode diluir o problema passando-o para antigos ou novos patrões.

O material foi entregue a ele. Se ele não divulga as informações e prefere agir como um menino no penico, o problema é dele.

Fernando Rodrigues é quem deve ser cobrado.

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Um comentário:

  1. Anônimo23.2.15

    PSDB MOVIMENTOU US$ 176,8 MILHÕES EM CONTA SECRETA NO HSBC ENTRE 1996 E 2000

    O HSBC está no centro de um vasto escândalo de fraude fiscal e lavagem de capitais e é objeto de uma investigação penal na Europa toda.

    (Por Portal Metropole)

    Duas grandes roubalheiras que comprometeram o progresso e o desenvolvimento do povo paranaense para favorecer políticos corruptos pode ser desvendado no caso Suiçalão. A quebra do Banestado e a venda do Bamerindus seguiram roteiros parecidos, favorecendo verdadeiras quadrilhas organizadas em torno da política local, estadual e nacional.
    (...)
    O ex-ministro das Comunicações, Sérgio Motta, havia pedido 100 milhões de reais ao banqueiro José Eduardo de Andrade Vieira como doação para a campanha de FHC. O banqueiro disse não, embora colocasse avião com piloto à disposição da campanha e fizesse outras doações em dinheiro.
    Meses depois da campanha o HSBC recebeu dinheiro do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) – na surdinha – para comprar o Bamerindus: 431,8 milhões de reais do Banco Central foram entregues ao HSBC para reestruturar o Bamerindus e saldar dívidas de reclamações trabalhistas. Além do dinheiro, o Banco Central limpou a parte problemática da carteira imobiliária, repassada para a Caixa Econômica Federal, que por sua vez recebeu 2,5 bilhões do Proer. Ou seja, o Brasil comprou o Bamerindus para o HSBC e o Paraná perdeu um dos maiores bancos do país.
    Banestado
    (...)
    O Banestado foi quebrado numa espécie de “queima de arquivo” para esconder falcatruas e roubalheiras com o dinheiro público. O Doleiro Alberto Youssef preso na Operação Lava Jato nos anos que se seguiram confessou que entregava dinheiro vivo, fruto da roubalheira, ao ex-governador e deputados da sua base de apoio na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná.
    Políticos como José Serra (PSDB) e Jorge Bornhausen (DEM) constam de relatórios da Polícia Federal que mostram a existência de ordens de pagamento e registros de movimentações financeiras do esquema de lavagem de US$ 30 bilhões por meio da agência bancárias do Banestado de Foz do Iguaçu (PR).
    Entre 1996 e 2000, a conta do PSDB recebeu US$ 176,8 milhões
    Um dos principais documentos é o dossiê AIJ 000/03, de 11 de abril de 2003, assinado pelo perito criminal da Polícia Federal Renato Rodrigues Barbosa – que chegou ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, com um carimbo de “confidencial”. O perito e o delegado José Francisco Castilho Neto identificaram pessoas físicas e jurídicas que estariam usando o esquema de remessa de dinheiro do Brasil para o exterior.
    O dossiê AIJ000/03 traz a indicação de José Serra, o mesmo nome do ex-ministro da Saúde e ex-presidenciável tucano. O AIJ004 aponta apenas S. Motta, que os policiais suspeitam ser o ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta, que já morreu. **O dossiê AIJ001 mostra transações financeiras do senador Jorge Konder Bornhausen, então presidente nacional do PFL, hoje DEM, e do seu irmão Paulo Konder Bornhausen. Já o dossiê AIJ002 aponta o nome do empreiteiro Wigberto Tartuce, ex-deputado federal por Brasília.
    No caso de José Serra, há extratos fornecidos pelo banco americano JP Morgan Chase. O nome do ex-ministro, que segundo relatório dos policiais pode ser um homônimo, surge em uma ordem de pagamento internacional de US$ 15.688. O dinheiro teria saído de uma conta denominada “Tucano” e sido transferido para a conta 1050140210, da empresa Rabagi Limited, no Helm Bank de Miami, nos EUA. Serra é apontado como o remetente dos recursos. Isto seria uma indicação de que ele teria poderes para movimentar diretamente a conta Tucano. Entre 1996 e 2000, essa conta recebeu US$ 176,8 milhões, segundo a PF.

    FONTE: http://br29.com.br/psdb-movimentou-us-1768-milhoes-em-conta-secreta-no-hsbc-entre-1996-e-2000/

    Comentário postado por André

    22/02/2015 às 4:01 pm

    em 'Os intocáveis da mídia'

    22 de fevereiro de 2015 | 12:24 Autor: Miguel do Rosário

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=24966

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