quarta-feira, 14 de outubro de 2015

EPIDEMIA DE RISADAS NA TANGANICA E DE HIPOCRISIA NO BRASIL






Em 1962, na Tanganica, atual Tanzânia, três jovens começaram a rir durante a aula numa escola missionária. O riso se transformou em gargalhada, uma gargalhada que se espalhou pela escola, depois pelo entorno e chegou a afetar boa parte da população de Tanganica.

Uma gargalhada histérica, que levava às lágrimas, e que se transformou em epidemia, afetando milhares de pessoas durante meses, num ataque de histeria coletiva.

No Brasil, a epidemia de hipocrisia começou no primeiro dia após a reeleição da presidenta Dilma. O candidato derrotado, inconformado, começou a duvidar do resultado das eleições.

Aécio Neves, que sempre ganhou as coisas de mão beijada da vida (seu primeiro emprego após formado foi de diretor de loterias da Caixa, indicado pelo titio ministro), não se conformou e denunciou fraude eleitoral.

O homem que construiu aeroportos em terras da família, com dinheiro público. Que abasteceu com verbas publicitárias veículos de comunicação da família, quando governador. Que desviou e maquiou verbas carimbadas para a saúde, chegando a contabilizar vacinação em cavalos como ações de saúde para a população. Esse homem passou a acusar o governo de corrupto, com a indignação severa dos hipócritas.

Acolhido pelo hipócrita mór, o ex-presidente FHC, a hipocrisia se alastrou, transformando-se em epidemia.

Gente com a mão mais suja que mecânico de automóvel, envolvida em escândalos das Sanguessugas, das ambulâncias superfaturadas, da Operação Vampiro, da privataria tucana, do trensalão, do mensalão tucano em Minas. Gente do duplo habeas corpus canguru, do grampo sem áudio. Todos atacados pela epidemia da hipocrisia.

Sorte é que nossa democracia está consolidada. E, apesar da ação da mídia corporativa, principal disseminadora da epidemia, ela vai passar, como em Tanganica, desaparecendo como chegou.

Com uma diferença. Deixará marcada na história o papel dos hipócritas golpistas, consumidos e se consumindo em pó, como Aécio Neves e seus líderes, o vassalo dos Estados Unidos José Serra, e o Hipócrita Mór (agora em maiúsculas), Fernando Henrique Cardoso, todos com a pecha de golpistas, neolacerdistas.

[Para ler sobre a epidemia em Tanganica, clique aqui]


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Madame Flaubert, de Antonio Mello

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