terça-feira, 8 de março de 2016

Em pronunciamento no Senado, Lindbergh Farias (PT-RJ) dá nome aos bois... e aos ratos...





O senador do PT Lindbergh Farias (RJ) fez um duro pronunciamento no Senado Federal nesta segunda-feira. Indignado com os acontecimentos de sexta-feira, quando a tropa de Moro conduziu coercitivamente o ex-presidente Lula ao aeroporto de Congonhas, provavelmente com planos de transferi-lo para Curitiba, Lindbergh não deixou pedra sobre pedra.

“Estou engasgado desde sexta-feira”, revelou Lindbergh ao subir a tribuna para denunciar o que qualifica como “ação fascistoide e antidemocrática, urdida na calada da noite” para calar “o maior presidente da história do Brasil”. A trama, ressaltou o senador, fracassou miseravelmente: “A única coisa que essa matilha institucionalizada de cães raivosos a serviço do ódio reacionário conseguiu foi acertar duro golpe contra a democracia brasileira e contra os direitos e garantias fundamentais”. 

(...) “Temos de chamar as coisas pelo nome. O que aconteceu no dia 4 de março foi um sequestro ilegal e criminoso do presidente Lula”. Para o senador, foi “cinismo” batizar aquela “operação liberticida” como “Operação Aletheia — “verdade”, em grego arcaico, ou “busca da verdade", na tradução oficial providenciada pelos integrantes da Lava-Jato. “Não há um pingo de verdade sequer nessa operação cínica e brutal".

(...) O senador destacou que Lula —“ao contrário desse partido bastardo e da matilha raivosa que o persegue” — não tem medo da verdade e que foi no governo do ex-presidente que o País começou a ter condições para o verdadeiro combate à corrupção no Brasil, com o respeito às indicações das carreiras para os cargos máximos dos órgãos de fiscalização, garantia de autonomia e outras garantias essenciais para que essas instituições cumpram suas missões constitucionais.

“É a matilha raivosa que o persegue que tem, sim, muito a esconder”, ressaltou o senador. Como resultado de dois anos de caçada ao ex-presidente Lula, “(...) restam pedalinhos, um barco de lata, garrafas de vinho recebidas de presente, um apartamento não comprado, um sítio de um amigo e palestras públicas devidamente declaradas à Receita Federal”, citou Lindbergh.

“Não há apartamento de luxo na chique Avenue Foch parisiense, não há contas na Suíça, não há contas nas Ilhas Cayman alimentando pensões de ex-amantes, não há aeroporto em fazenda particular, não há asfaltamentos de estradas que passam por grandes fazendas particulares, não há mansões irregulares em áreas de proteção ambiental. Não houve também o passa-chapéu, em pleno Palácio da Alvorada, ainda em exercício da Presidência, para arrecadar de empreiteiras, em apenas uma noite, o que hoje seriam R$17 milhões para um instituto particular, como fez Fernando Henrique Cardoso”.

Leia mais no site do PT no Senado.




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Madame Flaubert, de Antonio Mello

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