sexta-feira, 13 de maio de 2016

Temer nomeia oito ministros acusados na Lava Jato e dois deles se livram de ser presos pelo juiz Moro





Para quem assume a presidência interina do Brasil sob expectativa de dar prosseguimento ao combate à corrupção, começou muito mal o governo do traíra golpista sem vergonha Michel Temer. 

Ministério de Temer tem mais citados na Lava Jato que o de Dilma.  


Oito dos ministros nomeados por ele são acusados na Lava Jato: José Serra (PSDB), Romero Jucá (PMDB), Bruno Araújo (PSDB), Ricardo Barros (PP), Raul Jungmann (PPS), Mendonça Filho (DEM), Henrique Alves (PMDB) e Geddel Vieira Lima (PMDB). Repare: nenhum petista e todos envolvidos na Lava Jato. Mas, o problema não era o PT?

Os dois últimos (Geddel e Alves) com a nomeação passam a ter foro privilegiado e não podem mais ser presos pelo juiz Moro.

Curioso é que PPS E PSDB, que entraram na Justiça para barrar a nomeação de Lula por Dilma alegando que era manobra para livrar o ex-presidente da prisão, agora estão quietinhos.

O PT também, ainda na onda do republicanismo que o apeou do poder, nada faz, quando deveria usar da mesma medida contra eles e tentar impedir que Geddel e Alves sejam ministros para fugir de Moro.

Pau que dá um Chico tem que dar em Francisco.

Inclusive porque o próprio Temer é acusado de ter embolsado R$ 5 milhões do esquema. Porque além de traíra golpista sem vergonha, Temer também é acusado de corrupção. E por um especialista no assunto: Eduardo Cunha.

Mensagem de Cunha cita repasse de R$ 5 milhões a Temer

Revelações continuam a ganhar o noticiário depois de deflagrada a Operação Catilinárias, fase da Operação Lava Jato em que foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas casas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e de outros investigados. 

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo deste sábado (19), o trabalho da Polícia Federal permitiu ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reunir indícios de que o vice-presidente da República, Michel Temer, recebeu R$ 5 milhões do proprietário da OAS, José Adelmário Pinheiro. Conhecido como Leo Pinheiro, ele é um dos empreiteiros condenados por participação no esquema de corrupção descoberto pela PF na Petrobras.

A citação ao repasse consta de uma troca de mensagens entre Cunha e Leo Pinheiro, em que o deputado se queixa de que o empreiteiro fez a transferência a Temer e manteve “inadvertidamente adiado” o pagamento a outras lideranças do PMDB. Temer é presidente nacional do partido.

Na sequência das mensagens, trocadas por meio do aplicativo WhatsApp, o empreiteiro pede a Cunha “cuidado com a análise para não mostrar a quantidade de pagamentos dos amigos”. Essa conversa está armazenada no telefone celular de Leo Pinheiro, que foi apreendido pela PF em 2014. [Fonte]


Clique aqui e receba gratuitamente o Blog do Mello em seu e-mail
imagem RSSimagem e-mail

Meu perfil no Facebook: Antonio Mello


Madame Flaubert, de Antonio Mello

Comente com o Facebook:

2 comentários:

  1. Anônimo13.5.16

    E o moro prende alguém que não seja do pt ou da esquerda?

    ResponderExcluir
  2. O elemento Perrella (Senador) fez pronunciamentos que só acontecem em país com Justiça e grande mídia tão pusilânimes: O Presidente Temer deve tratar bem o Senado, pois menos 3 votos Dilma volta.
    E Cássio Cunha Lima "analisou" que se a economia for mal o TSE pode cassar Temer.
    O JUIZ LALAU também disse que "se o prédio estivesse pronto, (se o Tribunal estivesse funcionando, não haveria problema).
    ASSIM falam e agem os criminosos que representam os donos do poder no Brasil. Pobre Brasil.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...