segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

PF indicia Lula com duas acusações requentadas para esfriar escândalo de corrupção de Temer e a cúpula de seu governo



Mais uma vez, basta uma acusação contra um tucano ou alguém protegido pelos interesses do golpe jurídico-político-midiático para que nova acusação ou indiciamento contra o ex-presidente Lula venha à tona.

O mesmo acontece quando pesquisas indicam que Lula continua como forte candidato à presidência em 2018. E o Datafolha comprovou isso, em pesquisa divulgada ontem: Lula lidera em todos os cenários [imagem].

Agora à noite surgiu mais um. Acusações antigas, que já foram descaracterizadas e que voltam para tirar das manchetes o Balança Mas não Cai que é o governo Temer.

A Polícia Federal (PF) decidiu indiciar o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, a ex-primeira-dama Marisa Letícia e outras quatro pessoas, na Operação Lava Jato. 
O ex-presidente foi indiciado pelo crime de corrupção passiva, enquanto todas as demais pessoas citadas foram indiciadas por lavagem de dinheiro.
(...) O indiciamento trata de dois casos distintos: o primeiro é sobre a compra de um terreno, que seria utilizado para a construção de uma sede do Instituto Lula. O segundo é sobre o aluguel do apartamento que fica em frente ao que o ex-presidente mora. A Polícia Federal defende que ambos os casos tratam de pagamento de propina da construtora Odebrecht, ao ex-presidente.

O que diz defesa de Lula

Por telefone, a assessoria de imprensa do Instituto Lula informou que o ex-presidente aluga o apartamento vizinho ao seu. Acrescenta que o instituto funciona no mesmo local há anos e que nunca foi proprietário do terreno em questão.
A defesa do ex-presidente Lula afirmou que a transação envolendo o terreno onde supostamente seria edificado o Instituto Lula é um "delírio acusatório" "Nós apelidamos de transação imobiliária Manoel Bandeira, o nosso poeta. Uma transação que teria sido feita, mas que nunca foi. Portanto, estamos orbitando na esfera da ficção", afirmaram os advogados. [Fonte: G1]



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