sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Ministro Marco Aurélio avisa que vai mandar para o lixo pedido de Bolsonaro para não investigar Queiroz

lixeira

Segundo o G1, o ministro do STF Marco Aurélio Mello disse que já no primeiro dia de trabalho vai mandar para o lixo o pedido de Flávio Bolsonaro para interromper as investigações sobre seu ex-motorista Fabrício Queiroz, que movimentou mais de R$ 1,2 milhão em um ano, atitude que levantou suspeita pelo Coaf.
“Já na sexta-feira, pela manhã, assinarei a decisão – sexta, dia 1º de fevereiro”, afirmou o ministro.
Perguntado sobre qual será o caminho, o ministro respondeu: “O Supremo não pode variar, dando um no cravo outro na ferradura. Processo não tem capa, tem conteúdo. Tenho negado seguimento a reclamações assim, remetendo ao lixo”, afirmou Marco Aurélio.
“Não é antecipação de decisão. É só coerência com o que, até aqui, fiz”, completou o ministro.[Fonte: G1]


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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Flávio Bolsonaro manda STF barrar investigação sobre Queiroz. Ministro Fux mata no peito e acata

Print do STF

A imagem publicada aqui é um print de trecho da página do STF, que mostra que foi um filho de Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro (pelo sigilo imposto ao caso identificado apenas pelas iniciais, FNB) quem solicitou ao STF que o Ministério Público do Rio de Janeiro parasse com as investigações sobre a movimentação de mais de R$ 1,2 milhão do ex-motorista e amigo do peito da família Bolsonaro, Fabrício Queiroz.

Flávio era o chefe de Queiroz e, quando o escândalo surgiu, disse que havia falado com o funcionário e que a explicação viria logo, sem mistérios.

De lá pra cá, foram várias fugas de Queiroz, que se recusou a comparecer ao MP, assim como sua mulher e filha (também envolvidas), como o próprio Flávio, que seria ouvido, inicialmente, apenas como testemunha.

Mas parece que nem isso Flávio quer, tanto que seus advogados entraram com uma Reclamação no STF, solicitando a interrupção das investigações, que foi acolhida pelo ministro Fux.

Agora, somente quando acabarem as férias do STF em fevereiro, o caso pode voltar a rolar. Só que aí virá a posse do novo Congresso, Flávio assume sua vaga no Senado, e novas esticadas de prazo.

O que seria tão simples (Queiroz explicar a milionária movimentação) parece assombrar o clã Bolsonaro.

Afinal, o que temem? O que o depoimento de Queiroz pode dizer sobre os Bolsonaros que deve ser mantido escondido do povo?


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Bolsonaro dá um autogolpe e militares voltam ao poder 55 anos depois de golpe de 64

Militares e Bolsonaro

Pode-se acusar Bolsonaro de boçal, homofóbico, machista, racista, preconceituoso. Tudo isso ele é. Mas, de burro, não.

Bolsonaro sabe que chegou à presidência sem ter a menor condição de fazer frente às responsabilidades do cargo. Não tem preparo nem vontade de trabalhar.

Conseguiu se eleger graças à facada que o livrou dos debates e aos milhões de fake news disparados ilegalmente via WhatsApp.

Mas, isso o levou ao poder. Como se manteria lá, se o general seu vice já estava todo oferecido ainda durante as eleições?

Foi aí que ele deu o autogolpe. Para barrar Mourão e qualquer tentativa de golpe que viesse a retirá-lo do poder, Bolsonaro montou uma super-estrutura militar, com generais comandando grande parte dos ministérios e outros militares em postos-chave de todos os demais. Inclusive nas empresas e bancos públicos.

Há um general até auxiliando (tutelando) o presidente do STF, Dias Toffoli.

Teve até cargo para o ex-comandante do Exército, Villas Boas.

Moro e Guedes são apenas a fachada. E Bolsonaro, com Damares e outros malucos que ele juntou no governo, os encarregados de entreter a plateia.

Mas, não tenham dúvida. 55 anos após o golpe, os militares estão de novo no comando do Brasil, talquei?


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