quinta-feira, 29 de março de 2018

Curitiba deu a Lula o que ele plantou: uma multidão consagradora e a companhia de Manuela e Boulos na luta contra o fascismo

Multidão com Lula em Curitiba

Tempo estimado de leitura: 2 minutos e 20 segundos

Uma multidão consagradora encerrou a Caravana de Lula pelo sul nesta quarta-feira em Curitiba, terra da República da Lava Jato. Estiveram presentes dois pré-candidatos a presidente, Manuela D'Ávila, do PC do B, e Guilherme Boulos, do Psol, além de lideranças do PDT, da ex-presidenta Dilma e dos senadores Roberto Requião (MDB) e João Capiberibe (PSB).

O pré-candidato do Psol a presidente, Guilherme Boulos, "defendeu a criação de uma frente política para combater a escalada fascista no Brasil. “Nós viemos aqui, presidente Lula, trazer a nossa mais sincera solidariedade a você, à militância do PT, à militância que acompanhou a caravana contra as agressões covardes e criminosas que os fascistas fizeram. Por isso, Lula, Manuela, eu acho que já passou da hora da gente sentar para formar uma frente democrática para enfrentar o fascismo. Com o fascismo não se brinca. Com o fascismo não se conversa. O fascismo se combate”, alerta.
Já a pré-candidata comunista, Manuela D’Ávila, defendeu o direito de Lula ser candidato a presidente. “Eu, enquanto candidata do Partido Comunista do Brasil, tenho por diversas vezes lhe encontrado na caravana, porque nós compreendemos que defender o seu direito de ser candidato e o direito soberano de que o povo escolha o seu próximo presidente nas próximas eleições, não é tarefa só dos petistas ou dos lulistas, mas daqueles que defendem a democracia”, acredita.

Lula dá nome aos bois


Lula destacou em seu discurso os momentos mais significativos da caravana que percorreu mais de três mil quilômetros dos três estados da região sul, visitando um total de 20 cidades. Frente ao ataque armado sofrido pelo comboio na última terça-feira (27), o presidente ‘deu nome aos bois’, e responsabilizou os meios de comunicação privados pela campanha de ódio criada a partir do golpe em 2016. 
“Eu só queria dizer  pra vocês que isso tem responsabilidade. Eu queria aproveitar que eu tô vendo a imprensa aqui e dizer que a imprensa foi conivente com isso o tempo inteiro. O culpado desse ódio no Brasil chama-se Rede Globo de Televisão”, afirmou o ex-presidente que ouviu do público “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”.

Fonte: Brasil de Fato


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