sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Única chance de o candidato fascista vencer a eleição é no 1º turno. E pode acontecer

Gráfico Datafolha

A subida constante nos últimos dias nas pesquisas dos principais institutos pode levar, sim, a uma inacreditável vitória do candidato fascista no primeiro turno. Aliás, essa é sua única chance. Num segundo turno, contra Haddad (o mais provável) ou mesmo Ciro, ele perde. É o que também mostram as mesmas pesquisas.

O que pode tornar a vitória do fascista possível é que seus principais adversários pararam de crescer (caso de Haddad, que apenas recuperou o que havia perdido), empacaram ou começaram a cair.

Decisões judiciais que cassaram o direito de votar de 3,5 milhões de eleitores, proibiram entrevistas de Lula, trazendo inclusive de volta a censura ao país, e a de ontem à noite, a ilegal decisão de um solitário ministro do TSE, que autorizou uma entrevista do candidato à Record, enquanto os outros participavam de um debate na Globo, tudo isso infla a subida fascista.

A Constituição é clara quanto às regras de entrevistas em período eleitoral, quando proíbe o favorecimento de candidatos. Não é possível uma entrevista apenas com um deles, sem que os outros tenham o mesmo direito. Ainda assim, o ministro do TSE a autorizou, solitária e ilegalmente.

O quadro preocupante aponta para a necessidade de lutar contra a abstenção e os votos nulos e uma tentativa até a hora do voto de retirar votos do fascista.

Ou o país pode acordar na segunda que vem tendo um boçal falastrão como presidente da República. Coisa que, tenho certeza, nem ele jamais pensou ser possível, mesmo no universo paralelo e delirante em que vive.


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