terça-feira, 1 de abril de 2008

No aniversário do golpe de 64, a alegria da 'mídia democrática'



Hoje, no aniversário do golpe de 1964, que implantou a ditadura militar no Brasil, é didático ver esse trecho de um discurso feito ainda outro dia pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) – um defensor intransigente da ditadura militar – mostrando como a “grande imprensa” da época bateu o prato e lambeu os beiços com o mingau da ditadura, desde o primeiros dias do golpe militar de 64.

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2 comentários:

  1. Vejam esta:

    CNMP abranda regras para contratação de parentes no Ministério Público
    Por Rosanne D'Agostino

    O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), em decisão unânime, decidiu derrubar os artigos 4º e 5º da Resolução 21/07, que disciplina a contratação de parentes cedidos ou postos à disposição por outros órgãos no MP dos Estados e da União.

    Com a revogação, volta a valer o que dita a Resolução 1/05. Assim, ao mesmo tempo em que mantém proibido o nepotismo entre servidores ocupantes de cargos de direção dos órgãos do Ministério Público da União e dos Estados, a mudança permite a contratação em cargos de chefia e assessoramento na instituição.

    Os conselheiros levaram em conta distorções causadas pela vedação, como o caso de dois irmãos que, mesmo atuando a 50 km de distância, tiveram de devolver um dos cargos. Para o conselho, a resolução impôs restrições que nem a própria Constituição Federal prevê.

    O relator e autor do projeto de resolução, conselheiro Diaulas Ribeiro, considerou que há “algum exagero e até certo extremismo na cruzada pela desinfetação do nepotismo no MP”. Segundo ele, as vedações questionadas “contaminaram servidores que prestam serviços, sem contudo, poder de gestão”. “Quem não tem poder de mando, de nomear, não pode ser atingido”, afirmou.

    Pela Resolução 1/05, é proibida a nomeação e designação, para os cargos em comissão e funções comissionadas, no âmbito de qualquer órgão do Ministério Público da União e dos Estados, de cônjuge, companheiro ou parente até o terceiro grau, inclusive, dos respectivos membros. A exceção é se o servidor ocupa cargo de provimento efetivo, ou seja, por concurso público.

    O texto também veda a reciprocidade de nomeação para cargos em comissão. Desse modo, integrantes do MP não podem fazer troca-troca em diferentes esferas da administração pública. Além disso, é proibida a lotação de empregados em empresas prestadoras de serviço.

    Em abril de 2006, o CNMP aprovou a Resolução 7, que proibiu o nepotismo entre os servidores ocupantes de cargos de direção, que ficaram sujeitos à Resolução 1/2005. Pelo projeto original, do conselheiro Hugo Cavalcanti, a vedação seria estendida aos cargos de chefia e assessoramento. O plenário decidiu que a proibição só deveria alcançar os ocupantes de cargos de direção.

    Em 2007, a Resolução 21 alterou dispositivos anteriores e proibiu a contratação também para esses cargos. Essas alterações agora estão restritas novamente apenas aos cargos de direção.

    Sábado, 29 de março de 2008

    Fonte: clique no meu nome

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  2. Cafu1.4.08

    Eca! Vade retro, Satanás! Ditadura nunca mais!

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