sábado, 7 de março de 2009

Reportagem de Veja sobre Protógenes. Um dos dois está mentindo


A revista Veja publicou na edição deste final de semana uma “reportagem” com o suposto vazamento do conteúdo do computador e do pendrive do delegado Protógenes Queiroz, ex-responsável pela Operação Satiagraha, e que foram apreendidos em operação da Polícia Federal. Comentei sobre isso aqui.

Como era de se esperar (esse foi o objetivo de Veja), a mídia corporativa está deitando e rolando. Repetindo o mesmo esquema de 2006 – Veja publica, os outros repercutem – o Jornal Nacional embarcou na mesma das edições online da Folha, do Estadão e de O Globo. Todos falaram nas supostas irregularidades cometidas, em depoimentos comprometedores, acusações contra membros do governo. Tom grave.

Curiosamente, ninguém citou trecho de revista que afirma que apenas três arquivos (dos mais de mil a que Veja teria tido acesso) não puderam ser investigados pela revista. Os três teriam os nomes “Tucanos”, “Serra” e “FHC”... Precisa falar mais? Por que Veja não teria tido acesso a podre algum envolvendo exatamente os tucanos, heim?

O Jornal Nacional tratou de entrevistar o ex-presidente tucano e o presidente eleito pela mídia. FHC malhou (“Isso é um escândalo”). Serra criticou também, mas foi mais evasivo (“O importante é investigar e o governo federal responder por isso, caso isso seja verdadeiro”. [reportagem do JN aqui]

Depois, “para ouvir o outro lado”, o JN afirma que procurou a PF, Dilma Roussef, Gilberto Carvalho, José Dirceu, Mangabeira Unger e ACM Júnior. Todos não teriam sido encontrados ou não quiseram dar declarações. O presidente da Câmara teria convidado o deputado Marcelo Itagiba (aquele que organizou a arapongagem de Serra no Ministério da Saúde de FHC) para uma reunião. O senador Heráclito Fortes teria dito que “espera que a justiça puna o abuso de poder de forma exemplar”.

Agora, faço uma pergunta a você que me lê: Se a “reportagem” de Veja foi sobre o suposto conteúdo do computador e de um pendrive do delegado Protógenes, por que ele não foi procurado pela reportagem? Por que ele não foi procurado por nenhuma reportagem, nem do Estadão, nem da Folha, nem de O Globo, nem da Veja?

Por um motivo simples, que Paulo Henrique Amorim descobriu ao fazer o que ninguém havia feito: ligou para o delegado para saber o que ele achava, se aquilo estava realmente no seu computador.

A resposta de Protógenes foi: - Tudo o que está na tal “reportagem” de Veja é mentira.

Agora não tem jeito. Um dos dois (Protógenes ou Veja) está mentindo. Se a PF mostrar o conteúdo do computador e confirmar o que está na reportagem, é o fim de Protógenes. Se não... bem, aí Veja finge que não tem nada a ver com o assunto e lança outra garrafa ao mar de lama.

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14 comentários:

  1. Anônimo7.3.09

    EU TAMBEM ESTOU AQUI MEN PERGUNTADO PORQUE O DELEGADO PROTÓGENES NÃO PROCESSA A REVISTA VEJA POR APROPRIAÇÃO INDEBITA JA QUE É DELE O PEN-DRIVE SE É O APARELHO PESSOAL É NO MINIMO VIOLAÇÃO DE PRIVACIDADE, A VEJA PODE FAZER ISTO? ESCREVER O QUE QUER EM NOME DA LIBERDADE DE EMPRENSA , QUE EMPRENSA É ESSA JOGA AQUILO NO VENTILADOR E PRONTO ESTA FEITO O CIRCO COM OS MESMO PALHAÇOS FERNANDO HENRIQUE E SUA TROPA SEMPRE OS MESMO SO FALTOL O MINISTRO GILMA DANTAS(DIGO MENDES)

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  2. Crica7.3.09

    A Veja tentou um escândalo com o Marajarbas, não colou... tinha que requentar e adicionar uns temperos no caso Protógenes.
    Como vai viver um orgão de comunicação da oposição grotesca sem inventar moda?
    Não tem nada pra levantar a moral da oposição, resta essa papagaiada.
    Há quanto tempo apreenderam os equipamentos do delegado? Convencem os mesmos de sempre, mais ninguém.

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  3. Teresinha Carpes8.3.09

    È o Itagiba,que tah manipulando tudo isto,que esta ai...êle tah forçando a barra,para que estes fatos cheguem até o Presidente Lula,sua família e seu govêrno!Depois a senvergonha da in-veja chama os que dão a resposta,atacando de mau carater como foi chamado o deputado Federal de Pernanbuco,que mostrou para o povo,que estava assistindo a TV Câmara,as maracutaias do falso "ético"Jarbas Vasconcelos...

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  4. Teresinha Carpes8.3.09

    Caro Mello,tah muito dificel comentar aqui neste Blog,eu clico como vc me ensinou no outro,infelismente tudo mudou aqui na maneira de postar um comentário,sempre vem aquelas letras vermenlhas,que não deu e blá,blá...tá brabo assim,eu gostei só do formato dos Posts,mas para postar,tah um sacrificio...

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  5. Marcelo-BH8.3.09

    Vou fazer uma estimativa, por baixo, do tempo gasto com todos os arquivos a que a Veja diz ter tido acesso. "Na semana passada, VEJA teve acesso à integra desse material", afirma o repórter textualmente. Um dia tem 86.400 segundos. Supondo que o repórter começou seu trabalho no domingo (primeiro dia da semana anterior), temos seis dias, o que corresponde a 518.400 segundos ou 144 horas. Guardem esse número. Se cada arquivo de aúdio durar apenas três minutos em média, temos um total de 167.760 segundos (932 áudios x 120 segundos): dois dias de trabalho ou 48 horas. Os vídeos, tendo duração idêntica, ou seja, dois minutos cada, tomariam mais 48 horas de dedicação. Os textos, se tivessem 2 páginas cada um, e o repórter conseguisse lê-los a uma velocidade de 1 página por minuto, totalizariam quase 16 horas. Total: 112 horas ou 4,6 dias. Se o repórter não jejuou, enfrentou o trânsito ou deixou de dormir durante a semana, digamos que ele dedicou a tudo isso 8 horas por dia (8h x 6 dias = 48 horas). De lambuja, vamos dizer que, além de comer e dormir, nessas 8 horas ele também entrevistou pessoas, escreveu a reportagem e o examinou das fotografias. Novo total: 160 horas. Ou na Veja o tempo não passa, ou estamos diante de um fenômeno!

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  6. Mello, você se esqueceu de citar que a Globo procurou, mas não encontrou, o Presidente do STF, ministro Gilmar Dantas.
    Mas é só questão de tempo. Durante esta semana ele vai às TVs defender o "Estado de Direita" dele.

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  7. (Mello, algum erro de programacao esta fazendo a pagina rolar muito devagar, e nao esta aceitando comentarios meus. Verifique, por favor. Abracao.)

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  8. IAMoraes,
    verifiquei aqui e não senti nenhum problema. E já liberei dois comentários seus hoje. Qual o navegador que você usa?

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  9. A Veja que se cuide...
    Mas infelizmente a CPI do Grampo não vai pedir a quebra de sigilo das informações contidas no computador do Protogenes porque sabe que se fizer isso Veja e os ministros e senadores corruptos ficarão desmoralizados.

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  10. Saberiamos a verdade se a CPI do Grampo pedisse quebra de sigilo para ter acesso a essas informações contidas no computador do delegado. Mas como a CPI é só um braço podre da oposição e imprensa que protege Daniel Dantas, eles não correrão esse risco.

    Em breve a PF vai informar que as afirmações são falsas. A revista vai dizer que a PF está tentando abafar o caso e vai ficar por isso mesmo!

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  11. ZéTavares8.3.09

    Oba, pra isso serve a lucidez:
    UM DOS DOIS ESTÁ MENTINDO.
    Quero essa resposta!

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  12. ZéTavares8.3.09

    Será que tem alguma ligação com a Yeda Cruzes?
    Protógenes é amigo de Luciana Genro... Yeda andou visitando São Paulo dias atrás... Itagiba é da tropa do Serra... a revista é aliada do Dantas...
    Juntando tudo: uma cajadada pra muitos coelhos. E cuidadosamente livrando os arquivos tucanos - uma cajadada cirúrgica!

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  13. Bom, a se basear no histórico de dossiês, histórias mirabolantes (lembram-se dos "dólares de Cuba"?) e grampos cujo aúdio jamais apareceu, eu apostaria que não é Protógenes quem mente...

    http://cinemaeoutrasartes.blogspot.com/

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  14. Anônimo8.3.09

    VEJA A MENTIRA
    março 08th 2009 Posted to NOTICIARIO NACIONAL
    Ao povo brasileiro e aos internautas a revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009, anuncia em sua capa com título ” Exclusivo - A tenebrosa máquina de Espionagem do Dr. Protógenes; Veja teve acesso ao conteúdo do computador apreendido pela Polícia Federal na casa do Delegado do famoso caso Satiagraha; Protógenes bisbilhotou clandestinamente Senadores, José Dirceu, Mangabeira Unger, FHC, José Serra, o Presidente do Supremo-até a vida amorosa da Ministra Dilma Rousseff. “ No seu conteúdo as fls. 84/91 as informações mentirosas produzidas e assinadas pelos jornalistas Expedito Filho, Alexandre Oltramari e Diego Escosteguy, que quanto ao papel da liberdade de imprensa geral e irrestrita sou plenamente favorável, desde que se apure os excessos que por ventura venham atingir a honra das pessoas e fatos ali não verdadeiramente relacionados, sobretudo quando fabricam escândalos envolvendo altas autoridades e instituições ou Poderes da República.

    Não é a primeira vez que estamos diante de fatos semelhantes publicados de forma bandida e irresponsável envolvendo situação anterior que provocou o desmantelamento do Sistema Brasileiro de Inteligência - SISBIN ( Gabinete de Segurança Institucional, Agência Brasileira de Inteligência; Inteligência das três forças militares - Marinha-Exército-Aeronáutica; Inteligência da Polícia Federal, e outros ). E aqui fica uma pergunta: A quem interessou tal fato ? Hoje vivemos num clima mercantilista corrupto em que a credibiliade de um órgão de imprensa que no passado teve sua importãncia histórica, hoje lamentávelmente constitui parte dessa engenharia política e comercial sórdida disponíveis a serviço de um poder até então não identificado, mas que possivelmente ultrapassam as nossas fronteiras.

    Outro fato importante e criminoso é a divulgação ( fls. 85 da revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 ) de documento sigiloso de uma investigação presidida pelo Delegado de Polícia Federal Amaro Vieira Ferreira IPL 2-4447/2008 - DELEFAZ/SR/DPF/SP, além de levar ao conhecimento público do documento, revela a identidade nominal de dois oficiais de inteligência da ABIN, o que é gravissímo, não merece ser desprezado tal fato, pois a banalização fragilizam as Instituições no tocante a segurança externa do Brasil.

    É oportuno registrar que nesse mencionado Inquérito Policial sou também investigado, mas em nenhum momento fui se quer ouvido ou exibido documentos e materiais apreendidos relacionados nos autos de busca e apreensão encontrados em minha residência, a fim de dirimir qualquer dúvida a respeito.

    Com esse preâmbulo reflexivo passamos agora contrapor as mentiras ali lançadas na matéria acima indicada:

    ” Na semana passada Veja teve acesso a integra desse material. O conteúdo é estarrecedor e prova que o delegado centralizava o trabalho de uma imensa rede de espionagem que bisbilhotou secretamente desde a vida amorosa da ministra Dilma Rouseff até a antessala do presidente Lula, no Palácio do Planalto - passando pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo governador José Serra, além de senadores e advogados. Nos documentos encontrados na residência do delegado há relatórios que levantavam suspeitas graves sobre as atividades de ministros do governo, fotos comprometedoras que foram usadas para intimidar autoridades e gravações ilegais de conversas de jornalistas - tudo produzido e guardado à margem da lei. O material clandestino - 63 fotografias, 932 arquivos de áudio, 26 arquivos de vídeo e 439 documentos em texto - foi apreendido em novembro do ano passado pela Polícia Federal e estava armazenado em um computador portátil e em um pen drive guardado no apartamento do delegado no rio de Janeiro.” ( fls. 85/86 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 )

    É importante afirmar que em minha residência no Rio de Janeiro não foi apreendido nenhum documento ou material, nem tampouco computador contendo dados da operação Satiagraha, conforme se comprova no auto de busca e apreensão na ocasião da diligência.

    As diligências de busca e apreensão na minha residência em Brasília e no Hotel onde me encontrava naquela ocasião resultaram na apreensão de documentos pessoais, poucos documentos e materiais referentes a atividade de inteligência vinculados a operação Satiagraha, pois ali estavam em razão de prestar esclarecimentos pós-operação policial as autoridades competentes vinculadas ao caso ( Ministério Público Federal e a Justiça Federal ). Outro ponto relevante e significativo é que todos os documentos encontrados foram coletados no estrito cumprimento da lei e da Constituição da República.

    Os dados cobertos pelo sigilo coletados com autorização judicial e de conhecimento do Ministério Público Federal, em nenhum momento incluiu ou revelou a participação da Exma. Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, do ex-ministro José Dirceu, do Chefe de gabinete da Presidência da República Gilberto Carvalho, do Senador Heráclito Fortes, do Senador ACM Jr., do Ministro Roberto Mangabeira Unger na investigação da Satiagraha.

    “… Os policiais buscavam provas de ações ilegais da equipe de Protógenes, entre as quais o áudio da interceptação cladenstina de uma conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres. A existência do grampo foi revelada a VEJA em agosto do ano passado por um agente da Abin que participou da Operação Satiagraha como encarregado da transcrição de centenas de outras conversas captadas ilegalmente. O resultado final da investigação deve ser anunciado até maio, mas, pelo que já se encontrou nos arquivos pessoais de Protógenes, não resta sombra de dúvida sobre a extensão de suas ações ilícitas, cuja ousadia sem limite chegou á antesala do presidente Lula e a seu filho Fábio Luís.( fl. 86 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 )

    Quanto a essa falsa afirmação se resume na resposta oficial da decisão da Dra. Maria de Fátima de Paula Pessoa Costa ao exarar no IPL n. 2008.3400031634-9 da 10 ª Vara Federal Seção Judiciária do Distrito Federal dando conta de que o Delegado Protógenes não é investigado específico naqueles autos de investigação que apura o possível ”grampo cladestino que envolveu os nomes do Presidente do STF Gilmar Mendes e o Senador Demosténes Torres”, publicada de forma criminosa pela Revista Veja.

    Os possíveis documentos - fs. 86, 88, 89 e 90 revista Veja, edição 2103, ano 42, nº 10, datada de 11 de março de 2009 - origináriamente advindos de investigações sigilosas da Polícia Federal, não merecem o mínimo de credibilidade, tendo em vista o teor mentiroso das informações ali lançadas de formato mentecapto.

    Curiosamente na mesma edição criminosa da revista VEJA fl. 22 traz um excelente texto da festejada escritora Lya Luft com o título: ” NO PARAÍSO DA TRANSGRESSÃO “. Tal matéria traduz melhor o nosso sentimento em relação as notícias falaciosas.

    “… Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens ? … Nessa nossa terra, muitos cidadãos destacados, líderes, , são conhecidos como canalhas e desonestos, mas, ainda que réus confessos ou comprovados, inevitavelmente se safam. Continuam recebendo polpudos dinheiros. Depois de algum tempo na sombra, feito eminências pardas, voltam a ocupar importantes cargos de onde nos comandam… Se invadir a casa de meu vizinho, fizer seus empregados de reféns, der pauladas na sua mulher ou na sua velha mãe e escrever nas paredes com excremento humano frases ameaçadoras, imagino que eu vá para cadeia. Os bandos de pseudoagricultores ( a maioria não sabe lidar na terra ) fazem tudo isso e muito mais, e nada lhes acontece: no seu caso, bizarramente, não se aplica a lei… Eis o paraíso dos transgressores: a lei é da selva, a honradez foi para o brejo, a decência te de ser procurada como fez há séculos um filósofo grego: ao lhe indagarem por que andava pela cidade com uma lanterna acesa em dia claro declarou: ” Procuro um homem honesto “. O que devemos dizer nós ? Temos pouca liderança positiva, raríssimo abrigo e norte, referências pífias, pobre conforto e estímulo zero, quase nenhuma orientação. A juventude é quem mais sofre, pois não sabe em que direção olhar, em que empreitadas empregar sua força e sua esperança, em quem acreditar nesse tumultuo de ideais desencontradas. Vivemos feito bandos de ratos aflitos, recorrendo à droga, à bebida, ao delírio, a alienação e à indiferença, para aguentar uma realidade cada dia mais confusa: de um lado, os sensatos recomendando prudência e cautela; de outro, os irresponsáveis garantindo que não há nada de mais com a gigantesca crise atual, que não tem raízes financeiras, mas morais: a ganância, a mentira, a roubalheira, a omissão e a falta de vergonha. E a tudo isso, abafando nossa indignação, prestamos a homenagem do nosso desinteresse e fazemos a continência da nossa resignação. Meus pêsames, senhores. Espero que na hora de fechar a porta haja um homem honrado, para que se apague a luz de verdade, não com grandes palavras e reles mentiras.

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