terça-feira, 20 de maio de 2008

Racistas cruceños massacram índio durante referendo na Bolívia


Na cobertura do referendo ilegal em Santa Cruz de La Sierra, no caldeirão político da Bolívia, a mídia corporativa deu destaque aos números das pesquisas dos autonomistas, mas pouco informaram sobre a violência e o terror, especialmente praticados pela denominada Unión Juvenil Cruceñista. Racistas e violentos, eles só não mataram o índio aí da imagem porque foram impedidos pelo jornalista uruguaio Pablo Siris (a seu lado na foto).

A covardia e a brutalidade do grupo são denunciadas nesta entrevista publicada abaixo. Quem quiser detalhes da agressão, com fotos, clique aqui.




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2 comentários:

  1. O que espanta é que os agressores são mestiços que se consideram brancos! Se esses tipos estivessem, por exemplo, passeando nas ruas de São Paulo seriam chamados de índios. Conheci gente assim quando morei em São Paulo a qual se negava a mestiçagem óbvia. Não só bolivianos mas também peruanos insistiam em negar a origem. Uma lástima!

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  2. DESCONFORMADO20.5.08

    Lastimavelmente os arrozeiros (arruaceiros) de Roraima seguem o mesmo caminho dos latifundiários e oligarcas separatistas bolivianos, com a conivência unânime do judiciário local pelas mãos da relatora desembargadora Assuste Magalhães (ou alegra os Magalhães?). Na opinião da relatora o prefeito “Demo-niaco”, Paulo César Quartiero (quadrilheiro?) não oferece nenhum perigo à ordem pública. Se um alcaide coronel, que ao conseguir o hábeas corpus, declara que as únicas bombas que existem em seu estado são a FUNAI, IBAMA e INCRA e que ainda “caso o governo federal continue com sua política de defesa da reserva indígena eles vão reagir” não oferece perigo à ordem pública o perigo passa a ser a própria desembargadora. O ministério da justiça que fique atento a estes desafios às instituições. Esperemos que a diplomacia brasileira manifeste claramente sua postura e solidariedade aos governos legitimamente eleitos no continente e no planeta, em nome da soberania e aperfeiçoamento das democracias.

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